
Folha de S. Paulo: Perder é morrer, vencer é viver
Ana Claudia Quintana Arantes Eu sei um pouco o que é morrer. Trabalho há anos à beira das camas onde a vida se despede e aprendi que a morte quase

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A atriz Letícia Cannavale e o diretor Fernando Nitsch estavam no aeroporto de Goiânia quando tiveram o primeiro contato com o livro “Histórias Lindas de Morrer”, da médica paliativista Ana

Quando a escritora americana Nora Ephron morreu, em 2012, aos 71 anos, muitos amigos e conhecidos ficaram em choque e até irritados. Ela havia recebido o diagnóstico de síndrome mielodisplásica

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★★★★★ HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER Avaliação: Excelente Crítica por Miguel Arcanjo Prado Qua e qui 20h Até 1º/10/2026 80 min 12 anos Teatro Vivo – Av. Dr. Chucri Zaidan 2460

As atrizes Letícia Cannavale e Tita Couto receberam convidados para a estreia da peça “Histórias Lindas de Morrer” na quinta-feira (2), no Teatro Vivo, em São Paulo. Também prestigiaram o

Livro de sucesso da geriatra e especialista em cuidados paliativos Ana Claudia Quintana Arantes, Histórias Lindas de Morrer, ganhou uma adaptação para o teatro, com o mesmo nome, que estreia

A renomada médica geriatra e especialista em cuidados paliativos Ana Claudia Quintana Arantes tem seu livro “Histórias Lindas de Morrer” (editora Sextante), adaptado para o teatro em uma montagem assinada

Se você está em busca de novas leituras, vale a pena olhar para os livros que mais conquistaram os leitores recentemente. Encerrada em junho, a última edição da Feira do

O best-seller “Histórias Lindas de Morrer”, escrito pela renomada médica geriatra e paliativista Ana Claudia Quintana Arantes, ganhará uma adaptação inédita para os palcos. A montagem teatral, dirigida por Fernando

A gente passa a vida tentando evitar o assunto e a Ana Cláudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes) faz o contrário. Ela olha para a finitude de frente para devolver a vida

O fim da vida costuma vir cercado de medo, fragilidade, conversas difíceis e uma sensação de impotência. As “doulas da morte” surgem justamente nesse espaço entre o cuidado técnico e

Médica especializada em cuidados paliativos destaca paixão por obras de Adélia Prado e fala sobre a adaptação de seu livro ‘Histórias lindas de morrer’, que chega ao teatro em SP

Em sociedade acostumada a adiar planos com promessas de “depois”, encarar um diagnóstico grave e a aproximação do fim da vida ainda é um imenso tabu. Para debater a finitude

Numa conversa profunda e sensível, Fernanda Lima bate um papo com a médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes e a criadora de conteúdo Marina Romitti sobre vida e morte e

Quando é a hora de conversar sobre a morte? Para Ana Claudia Quintana Arantes, médica geriátrica especializada em dor e responsável pela estrutura de cuidados paliativos do Hospital Albert Einstein,

Neste domingo, 7, último dia de Feira do Livro, a jornalista Carol Pires e a psicanalista Vera Iaconelli convidaram o advogado Renan Quinalha e o ator Thomás Aquino para o

A médica Ana Claudia Quintana Arantes, referência em humanização da morte e autora de livros que somam mais de 1 milhão de exemplares vendidos, comandará um curso exclusivo na CasaFolha.

Por: Ana Claudia Quintana Arantes Médica geriatra e escritora O deslocamento do eixo: da técnica para a pessoa A Lei nº 15.378 de 2026 não inaugura uma ideia nova, ela retira

Ana Paula Renault (BBB26) conta que ao saber que Tadeu Schmidt também estava vivendo um luto a deixou ainda mais forte para seguir. Veja a fala da Dra Ana Claudia

Há sofrimentos que precisam de arte para que a compreensão atravesse as fronteiras da mente e chegue nos sentimentos. Quando a dor ultrapassa a linguagem comum, ela exige outra gramática,

Você se lembra da última vez em que sentiu vergonha? Olhos baixos, corpo contraído, aquela urgência de desaparecer antes que alguém percebesse o que você queria esconder. O rubor subindo

Caras leitoras, esta é uma coluna difícil de escrever. Difícil porque é a história da minha mãe. E também porque é uma história que chegou ao fim. Maria de Fátima

O luto é uma experiência inevitável. Ele se manifesta sempre que precisamos reorganizar a vida depois de uma ausência definitiva. Pode ser a morte de alguém amado, o fim de