<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</title>
	<atom:link href="https://www.acqa.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.acqa.com.br/</link>
	<description>Um ecossistema de cuidado idealizado pela Dra. Ana Claudia Quintana Arantes para disseminar e atuar na prática e ensino de Cuidados Paliativos para pacientes, famílias e profissionais de saúde.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 20:44:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2022/12/cropped-acqa-favicon-32x32.jpg</url>
	<title>ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</title>
	<link>https://www.acqa.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Revsita Cuidar: A vida pertence a quem a vive: Autonomia, cuidado e os desafios da Lei nº 15.378/2026 nas ILPI</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/revsita-cuidar-a-vida-pertence-a-quem-a-vive-autonomia-cuidado-e-os-desafios-da-lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/revsita-cuidar-a-vida-pertence-a-quem-a-vive-autonomia-cuidado-e-os-desafios-da-lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30426</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por: Ana Claudia Quintana Arantes  Médica geriatra e escritora O deslocamento do eixo: da técnica para a pessoa A Lei nº 15.378 de 2026 não inaugura uma ideia nova, ela retira da invisibilidade algo que sempre esteve em jogo e raramente foi sustentado até o fim: a vida pertence a quem a vive, inclusive quando ela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/revsita-cuidar-a-vida-pertence-a-quem-a-vive-autonomia-cuidado-e-os-desafios-da-lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/">Revsita Cuidar: A vida pertence a quem a vive: Autonomia, cuidado e os desafios da Lei nº 15.378/2026 nas ILPI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-text fusion-text-7">
<p><strong>Por: Ana Claudia Quintana Arantes </strong><br />
<strong>Médica geriatra e escritora<br />
</strong></p>
<h2 id="toc_O_deslocamento_do_eixo_da_tecnica_para_a" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><strong>O deslocamento do eixo: da técnica para a pessoa</strong></h2>
<p>A <strong>Lei nº 15.378 de 2026</strong> não inaugura uma ideia nova, ela retira da invisibilidade algo que sempre esteve em jogo e raramente foi sustentado até o fim: <span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong>a vida pertence a quem a vive, inclusive quando ela se fragiliza, se limita e se aproxima do seu término.</strong></span>Durante muito tempo, organizamos o cuidado a partir do que sabíamos fazer, daquilo que a técnica permitia, daquilo que era possível intervir. O saber médico ocupou o centro e, ao redor dele, as decisões foram sendo tomadas com a intenção de proteger, de evitar sofrimento, de prolongar a vida. No entanto, ao fazer isso, muitas vezes retiramos da pessoa o direito de participar do próprio destino, como se a vulnerabilidade justificasse o silenciamento.</p>
<p><strong> </strong></p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-full-width-sep"></div>
<div class="fusion-text fusion-text-8">
<h2 id="toc_A_lei_e_a_reconstrucao_da_autonomia_no" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><strong>A lei e a reconstrução da autonomia no cuidado</strong></h2>
<p>A lei altera esse eixo de forma concreta. Ela afirma que<strong><span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"> a vontade do paciente precisa ser considerada, compreendida, registrada e respeitada.</span></strong> As <strong>Diretivas Antecipadas de Vontade</strong> deixam de ser um gesto raro para se tornarem um instrumento legítimo de organização do cuidado. O consentimento informado deixa de ser um documento e passa a exigir um encontro real entre quem cuida e quem vive o cuidado. O cuidado paliativo se afirma como direito, reconhecendo que há momentos em que sustentar a vida não significa prolongar funções, mas preservar sentido, aliviar sofrimento e garantir dignidade.</p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-full-width-sep"></div>
<div class="fusion-text fusion-text-9">
<h2 id="toc_O_intervalo_entre_a_lei_e_a_pratica" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><strong>O intervalo entre a lei e a prática clínica</strong></h2>
<p>Esse movimento aponta para um<strong> futuro em que a decisão clínica não se constrói apenas sobre a tratabilidade de um órgão, mas sobre a coerência entre a intervenção proposta e a vida que ainda pode ser vivida.</strong> O problema é que esse futuro não se instala automaticamente. Ele precisa atravessar uma cultura profundamente marcada por um modelo paternalista, onde o médico decide, a família autoriza e o paciente, muitas vezes, apenas obedece. Entre o que a lei afirma e o que a prática sustenta existe um intervalo tenso, e é nesse intervalo que se revelam as maiores distorções.</p>
<p>A clínica cotidiana continua a mostrar situações em que a indicação técnica de um tratamento se impõe sem que a pergunta essencial seja feita. Um pulmão que responde à ventilação mecânica, uma infecção que pode ser tratada, um protocolo que orienta a conduta, e a decisão se organiza ao redor dessa possibilidade. <strong>O que permanece ausente é a pergunta sobre a vida que sustenta aquele corpo.</strong> Para quem essa intervenção está sendo feita? O que essa pessoa reconheceria como vida possível depois desse procedimento? Ainda veremos pacientes com câncer avançado, sem perspectiva de controle da doença, sendo submetidos a intervenções intensivas porque uma intercorrência específica é tratável. A técnica sustenta a decisão, mas a vida deixa de ser o eixo.</p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-full-width-sep"></div>
<div class="fusion-text fusion-text-10">
<h2 id="toc_Institucionalizacao_envelhecimento_e_risco_de_violencia_silenciosa" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.8px"><strong>Institucionalização, envelhecimento e risco de violência silenciosa</strong></h2>
<p>Esse modo de cuidar não se mantém apenas por desconhecimento da lei. <strong>Ele se sustenta por uma dificuldade real de integrar o conhecimento técnico com a escuta profunda da pessoa.</strong> É mais simples decidir a partir do que pode ser feito do que sustentar uma decisão que exige reconhecer limites, aceitar a finitude e respeitar escolhas que nem sempre coincidem com o impulso de intervir. <strong>A lei exige esse deslocamento, mas não ensina como realizá-lo.</strong> Ela estabelece o contorno, mas a prática precisa aprender a habitá-lo.</p>
<p>Essa tensão se torna ainda mais evidente quando olhamos para as pessoas idosas que vivem<strong> em algumas</strong> instituições de longa permanência. A institucionalização, na prática, frequentemente produz uma diluição da individualidade. A rotina organiza o cuidado, os protocolos garantem funcionamento, a equipe responde às demandas com base na operacionalização do dia a dia, e, pouco a pouco, a pessoa vai sendo reduzida à sua condição funcional. <span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong>A nova lei atravessa esse cenário e afirma que a institucionalização não suspende direitos, não reduz autonomia, não autoriza decisões tomadas à revelia da pessoa.</strong></span> O idoso que vive em uma ILPI continua sendo sujeito de direito, com a possibilidade de expressar suas preferências, registrar suas diretivas, recusar intervenções e participar das decisões sobre o próprio cuidado.</p>
<p>Há um ponto que precisa ser dito com clareza nesse contexto. <span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong>Quando o morador de uma ILPI se torna paciente e deseja ser cuidado naquele espaço como se estivesse em casa, essa escolha precisa ser reconhecida como legítima.</strong> </span>A instituição passa a ter o dever de organizar o cuidado de forma compatível com essa decisão, oferecendo, dentro das possibilidades técnicas, condições equivalentes às de uma assistência domiciliar. Isso exige<strong>equipe qualificada</strong>, <strong>manejo clínico adequado</strong>, <strong>suporte para controle de sintomas</strong> e, principalmente, uma <strong>reorganização do olhar</strong>, que deixa de tratar aquele espaço apenas como um<strong> local de permanência e passa a reconhecê-lo como um lugar de cuidado integral.</strong></p>
<p>É justamente nesse ponto que emerge uma <strong>forma de violência que raramente é nomeada com a precisão que merece</strong>. <strong><span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background">A pessoa idosa, diante de uma doença grave, crônica ou aguda, muitas vezes se vê obrigada a aceitar cuidados oferecidos por equipes que não foram formadas para sustentar a complexidade daquele momento</span>.</strong> Não se trata apenas de uma limitação técnica. Trata-se de uma insuficiência na formação para o cuidado humano, para a escuta, para a presença diante da fragilidade. A imposição de cuidados que não consideram a vontade da pessoa, que não respeitam sua história, que não se organizam a partir do que faz sentido para ela, configura uma forma de violência moral. Uma violência silenciosa, que se apresenta como cuidado, mas que retira da pessoa o direito de permanecer inteira dentro da própria vida.</p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-full-width-sep"></div>
<div class="fusion-text fusion-text-11">
<h2 id="toc_O_custo_a_responsabilidade_e_o_futuro_do" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><strong>O custo, a responsabilidade e o futuro do cuidado</strong></h2>
<p>A lei amplia o campo de responsabilidade. <span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong>Ela exige que o sistema de saúde se prepare para oferecer um cuidado à altura das necessidades que ela mesma reconhece</strong></span>. Isso implica investimento em formação, em comunicação, em integração de equipes, em revisão de processos. Implica também reconhecer que o custo desse novo modelo não se limita ao financeiro. Existe um custo associado ao tempo de escuta, à construção de decisões compartilhadas, à sustentação de conversas difíceis, à necessidade de abandonar a segurança de um modelo centrado na autoridade e assumir a complexidade de um cuidado que se constrói com a pessoa.</p>
<p>Ao mesmo tempo, esse deslocamento reorganiza o uso dos recursos. Intervenções que não encontram mais sentido tendem a ser evitadas, permanências prolongadas em unidades intensivas deixam de ser a resposta automática, a tecnologia passa a ser utilizada com critério mais alinhado à vida que se pretende sustentar. O sistema deixa de investir exclusivamente na manutenção de funções e passa a direcionar seus recursos para aquilo que efetivamente configura cuidado.</p>
<p>A pergunta sobre custo precisa, portanto, ser reposicionada. <span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong>Não se trata apenas de quanto custa implementar os direitos do paciente. Trata-se de reconhecer o custo de continuar cuidando sem considerar esses direitos.</strong></span> Hoje já convivemos com decisões que prolongam o processo de morrer, com intervenções que não devolvem vida, com conflitos que poderiam ser evitados se a vontade da pessoa estivesse clara e respeitada. Esse custo existe, é elevado e permanece pouco visível porque foi naturalizado.</p>
<p>A lei não resolve todos esses problemas. Ela não elimina o conflito, não substitui a necessidade de formação, não garante, por si só, a transformação da prática. Ela faz algo mais fundamental. Ela retira a possibilidade de ignorar a pessoa como eixo do cuidado. A partir desse momento, o desafio deixa de ser apenas técnico e passa a ser ético, relacional e profundamente humano.</p>
<p>A tarefa que se impõe é<span class="fusion-highlight custom-textcolor highlight1 awb-highlight-background"><strong> aprender a sustentar decisões que integrem conhecimento e sentido, intervenção e limite, possibilidade e coerência.</strong></span> Isso exige um outro tipo de presença no cuidado. Uma presença que reconhece que olhar para um órgão é parte do trabalho, mas que olhar para a pessoa que vive naquele corpo é o que dá direção a tudo o que se faz.</p>
<p>Quando essa integração não acontece, o cuidado se transforma em um exercício técnico que já não encontra mais o seu destinatário. Quando ela se sustenta, a lei deixa de ser um texto e passa a ser experiência vivida.</p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-has-icon fusion-full-width-sep">
<div class="fusion-separator-border sep-double sep-solid"></div>
<p><i class="fa-heart fas" aria-hidden="true"></i></p>
<div class="fusion-separator-border sep-double sep-solid"></div>
</div>
<div class="fusion-text fusion-text-12">
<p>Aqui estão referências que sustentam o texto com rigor e, ao mesmo tempo, ampliam o campo de reflexão. Organizei como leitura essencial para profissionais que querem compreender não só a lei, mas o deslocamento ético e clínico que ela exige.</p>
<h2 id="toc_Referencias_fundamentais" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><em><strong>Referências fundamentais</strong></em></h2>
<p><strong>Brasil. Lei nº 15.378, de 6 de abril de 2026<br />
</strong>Estatuto dos Direitos do Paciente<br />
Disponível em: <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15378.htm" target="_blank" rel="noopener">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15378.htm </a></p>
<p><strong>Conselho Federal de Medicina. Resolução nº 1.995/2012<br />
</strong>Diretivas antecipadas de vontade</p>
<p><strong>Domingues VN et al. (2026)<br />
</strong>Diretivas antecipadas de vontade no Brasil: sua aplicabilidade em psiquiatria<br />
Revista Bioética</p>
<p><em><strong>Bio</strong></em><strong><em>ética e fundamentos do cuidado</em></strong></p>
<p><strong>Beauchamp TL, Childress JF<br />
</strong>Principles of Biomedical Ethics. 7ª ed. Oxford University Press, 2013<br />
Base conceitual dos princípios de autonomia, beneficência, não maleficência e justiça</p>
<p><strong>Nunes R. (2016)<br />
</strong>Diretivas antecipadas de vontade<br />
Conselho Federal de Medicina</p>
<p><strong>Rego S, Palácios M. (2006)<br />
</strong>A finitude humana e a saúde pública<br />
Cadernos de Saúde Pública</p>
<p><em><strong>Cuidados paliativos e decisões no fim de vida</strong></em></p>
<p><strong>World Health Organization (WHO)<br />
</strong>Palliative Care<br />
Definição oficial e diretrizes globais</p>
<p><strong>Temel JS et al. </strong><strong>(2010)<br />
</strong>Early palliative care for patients with metastatic non-small-cell lung cancer<br />
New England Journal of Medicine<br />
Mostra impacto de cuidados paliativos em qualidade de vida e até sobrevida</p>
<p><strong>Kü</strong><strong>bler-Ross E.<br />
</strong>Sobre a morte e o morrer<br />
Clássico que desloca o olhar da doença para a experiência humana</p>
<p><em><strong>Comunicaçã</strong><strong>o e decisão compartilhada</strong></em></p>
<p><strong>Epstein RM, Street RL (2011)<br />
</strong>The values and value of patient-centered care<br />
Annals of Family Medicine</p>
<p><strong>Elwyn G et al. (2012)<br />
</strong>Shared decision making: a model for clinical practice<br />
Journal of General Internal Medicine</p>
<p><em><strong>Envelhecimento, ILPI e vulnerabilidade</strong></em></p>
<p><strong>Brasil. Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003)<br />
</strong>Base legal de proteção e dignidade da pessoa idosa</p>
<p><strong>Minist</strong><strong>ério da Saúde (Brasil)<br />
</strong>Caderno de Atenção Básica – Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa</p>
<p><strong>Scortegagna SA, Oliveira RM (2012)<br />
</strong>Institucionalização da pessoa idosa: implicações para o cuidado<br />
Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia</p>
<p><em><strong>Para aprofundar o pensamento </strong></em></p>
<p><strong>Atul Gawande<br />
</strong>Being Mortal<br />
Sobre limites da medicina e sentido no fim da vida</p>
<p><strong>Byung-Chul Han<br />
</strong>Sociedade do Cansaço<br />
Para compreender o pano de fundo cultural do cuidado produtivista</p>
<p><strong>Ivan Illich<br />
</strong>Nêmesis da Medicina<br />
Crítica estrutural ao modelo médico centrado na intervenção</p>
</div>
<div class="fusion-separator fusion-full-width-sep"></div>
<div class="fusion-text fusion-text-13">
<h2 id="toc_Se_voce_quiser_reduzir_tudo_a_um_fio" class="fusion-responsive-typography-calculated" data-fontsize="36" data-lineheight="46.799999px"><strong>Se você quiser reduzir tudo a um fio condutor de leitura:</strong></h2>
<ul>
<li>Comece pela lei,</li>
<li>Aprofunde com bioética,</li>
<li>Desça para a prática com cuidados paliativos,</li>
<li>Amplie com comunicação,</li>
<li>Questione com filosofia</li>
</ul>
<blockquote><p><strong>Porque a mudança proposta não é apenas normativa. Ela exige outro modo de pensar, decidir e cuidar. – Ana Claudia Quintana Arantes</strong></p></blockquote>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://revistacuidar.com.br/lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/">Revista Cuidar</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/revsita-cuidar-a-vida-pertence-a-quem-a-vive-autonomia-cuidado-e-os-desafios-da-lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/">Revsita Cuidar: A vida pertence a quem a vive: Autonomia, cuidado e os desafios da Lei nº 15.378/2026 nas ILPI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/revsita-cuidar-a-vida-pertence-a-quem-a-vive-autonomia-cuidado-e-os-desafios-da-lei-no-15-378-2026-nas-ilpi/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Duas mortes, dois caminhos</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/artigos/duas-mortes-dois-caminhos/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/artigos/duas-mortes-dois-caminhos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30416</guid>

					<description><![CDATA[<p>Randy Curtis morreu com morte assistida. Minha mãe morreu sob sedação paliativa. Os dois tinham a mesma doença — esclerose lateral amiotrófica de início bulbar. A mesma trajetória previsível: a fala que se perde primeiro, a deglutição que falha, a respiração que se rende por último. E mesmo assim morreram de modos diferentes. Esse é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/artigos/duas-mortes-dois-caminhos/">Duas mortes, dois caminhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Randy Curtis morreu com morte assistida. Minha mãe morreu sob sedação paliativa. Os dois tinham a mesma doença — esclerose lateral amiotrófica de início bulbar. A mesma trajetória previsível: a fala que se perde primeiro, a deglutição que falha, a respiração que se rende por último.</p>
<p style="font-weight: 400;">E mesmo assim morreram de modos diferentes. Esse é o ponto que me interessa: não a doença, que era a mesma, mas o que cada um, com sua família e sua equipe, conseguiu fazer com ela no fim.</p>
<h2>O que cada uma é</h2>
<p style="font-weight: 400;">Na <strong>morte assistida</strong>, o médico prescreve uma medicação letal que o próprio paciente terminal, lúcido e dentro de critérios estritos, autoadministra no momento que escolhe. A intenção do ato é provocar a morte. O agente final é o paciente. O tempo é definido por ele. Foi o que aconteceu com Randy: cinco minutos depois da medicação, ele fechou os olhos pela última vez.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na <strong>sedação paliativa</strong>, a medicação não é dada para provocar a morte, mas para suprimir uma consciência submetida a sofrimento refratário. A profundidade da sedação acompanha a intensidade do sintoma; a morte, quando vem, é trazida pela doença, não pelo medicamento. A intenção é aliviar. O agente é a equipe, junto da família. O tempo é definido pelo corpo.</p>
<p style="font-weight: 400;">A distinção parece técnica, e é. Mas carrega uma diferença existencial que importa para quem fica.</p>
<h2>Por que não é a mesma coisa com outro nome</h2>
<p style="font-weight: 400;">A diferença não está no desfecho — em ambos os casos o paciente morre — mas em três planos:</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A intenção. </strong>Na sedação paliativa, o objetivo é o alívio. A morte é prevista, aceita, não buscada. Na morte assistida, a morte é o objetivo direto.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A proporcionalidade. </strong>Na sedação paliativa, a dose é titulada contra o sintoma. Sobe quando o sofrimento sobe, estabiliza quando o conforto se estabelece. Esse princípio é a salvaguarda técnica que separa a sedação paliativa da eutanásia lenta. Na morte assistida, não há titulação: há uma dose suficiente para encerrar a vida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A causa final. </strong>Na sedação paliativa, a doença continua sendo a causa da morte. Na morte assistida, o medicamento é a causa direta.</p>
<p style="font-weight: 400;">Essas distinções não tornam uma escolha melhor que a outra. Tornam-nas escolhas diferentes.</p>
<h2>A mesma doença, dois desfechos</h2>
<p style="font-weight: 400;">Randy e minha mãe partilharam a forma mais cruel da ELA. A bulbar é a que tira primeiro o que mais nos define socialmente — falar, comer, beijar, sorrir com clareza. É a forma em que o paciente assiste, lúcido, à própria desconstrução de fora para dentro. É também a forma em que a literatura mostra os pedidos mais persistentes de antecipação da morte, e simultaneamente a forma em que a sedação paliativa proporcional, bem indicada, oferece desfechos profundamente tranquilos.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não foi a doença que decidiu. A mesma ELA bulbar admitiu dois caminhos. O que distinguiu foi o contexto — o repertório legal disponível, a rede de cuidado, a história biográfica, a convicção pessoal. Não existe doença que “exija” morte assistida nem doença que “se contente” com paliação. A qualidade do cuidado é o que define qual caminho fica de fato disponível.</p>
<h2>Minha mãe disse não, e foi ouvida</h2>
<p style="font-weight: 400;">Minha mãe recusou a gastrostomia. Disse uma vez, com clareza, e foi respeitada.</p>
<p style="font-weight: 400;">É um detalhe pequeno e não é. É o instante em que ela decidiu sobre o tempo que ainda queria ter. Não foi insistida, não foi convencida, não foi cansada até dizer sim. Recusou e a equipe a acompanhou até o fim com o que importava: alívio, presença, mão na mão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nem todo paciente no Brasil tem essa sorte. Ela teve.</p>
<p style="font-weight: 400;">Há uma simetria silenciosa entre ela e Randy. Os dois, lúcidos, dentro da mesma doença, exerceram autonomia sobre o próprio corpo. Randy escolheu encurtar o tempo final. Minha mãe escolheu não estendê-lo. Decisões diferentes, dentro de molduras legais e éticas diferentes, mas a mesma estrutura: pacientes que sabiam o que queriam, equipes que escutaram, famílias que sustentaram.</p>
<h2>Por que a sedação paliativa é essencial</h2>
<p style="font-weight: 400;">Em qualquer contexto — onde a morte assistida é legal e onde não é — a sedação paliativa permanece <strong>a resposta técnica obrigatória ao sofrimento refratário</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ela é universal. </strong>Não depende de critérios de elegibilidade restritos, não exige prognóstico documentado em meses, não exige capacidade decisional preservada até o fim. Atende o paciente delirante, o paciente com demência avançada, o paciente que perdeu a fala, o paciente que nunca conseguiu verbalizar uma diretiva.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ela respeita o tempo da família. </strong>Não impõe um momento. Permite a despedida, o ritual, o silêncio, a conversa que não foi feita. Dá ao luto o tempo de começar antes da morte.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ela é o desfecho real da maioria das mortes bem cuidadas. </strong>Em ELA avançada, em câncer com sintomas refratários, em insuficiência de órgão em fase terminal, é a sedação paliativa proporcional, combinada com retirada de suportes não desejados e com respeito às recusas terapêuticas, que define o que famílias descrevem como “uma morte tranquila”. Não é alternativa de segunda linha. É a resposta técnica adequada.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ela é eticamente sólida sem ser polêmica. </strong>Ancorada no princípio do duplo efeito, reconhecida pela bioética, pela medicina paliativa e pelo direito brasileiro. Não exige militância, não exige mudança de lei. Exige competência técnica e disposição para acompanhar.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ela cuida de quem cuida. </strong>Permite que a equipe permaneça inteira no ato. Equipe que se sustenta no cuidado é o que sustenta o paciente até o fim.</p>
<h2>Onde me posiciono — e por quê</h2>
<p style="font-weight: 400;">Não sou contrária à morte assistida. Sou contrária à pressa com que ela é convocada para um país que ainda não garantiu o básico.</p>
<p style="font-weight: 400;">Antes de discutirmos quem tem o direito de antecipar a própria morte, precisamos garantir que todo brasileiro tenha acesso ao cuidado de todas as dimensões do sofrimento — físico, psíquico, social, existencial e espiritual. Precisamos de cobertura paliativa universal, manejo competente de sintomas refratários, integração entre atenção primária e cuidado especializado, suporte ao luto, apoio aos cuidadores, diretivas antecipadas conhecidas e respeitadas, recusas terapêuticas acolhidas sem barganha. Precisamos que a sedação paliativa proporcional seja conduta corrente em qualquer hospital do SUS, não privilégio de quem chega a um centro de excelência.</p>
<p style="font-weight: 400;">Sem esse piso, a discussão sobre morte assistida se desloca para um terreno perigoso. Quando o sofrimento existe porque a paliação faltou, oferecer antecipação da morte como solução é trocar uma falha estrutural por uma saída individual. O paciente que pede para morrer porque a dor não foi tratada, porque a família não foi apoiada, porque o serviço não chegou até a casa dele, não está exercendo autonomia plena — está respondendo a uma omissão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Minha posição não é de recusa. É de ordem. Primeiro o cuidado integral, universal, competente. Depois — quando o sofrimento que sobra for genuinamente o sofrimento que a melhor medicina paliativa não alcança — a discussão sobre morte assistida poderá amadurecer no Brasil com a seriedade que merece. Será uma discussão diferente da que temos hoje, porque será feita a partir de pacientes que já foram inteiramente cuidados, e não a partir de pacientes que ainda não foram.</p>
<h2>O que aprendi com as duas mortes</h2>
<p style="font-weight: 400;">A morte de Randy me ensinou que há sofrimentos que não cabem inteiramente dentro do repertório paliativo, e que existem pessoas para quem a antecipação ativa é a única tradução possível da palavra <em>compaixão</em>. Não preciso concordar com o ato para reconhecer que, para a família dele, foi um ato de amor.</p>
<p style="font-weight: 400;">A morte da minha mãe me ensinou outra coisa. Que dizer não também é cuidar de si. Que respeitar esse não também é cuidar. Que existe uma forma de morrer em que o corpo encontra seu próprio ritmo, e a gente fica ali — chegando, ficando, segurando a mão — pelo tempo que precisar.</p>
<p style="font-weight: 400;">Randy precisou de cinco minutos. Minha mãe precisou do tempo dela. As duas mortes foram cuidadas. As duas foram amadas. Mas a sedação paliativa, junto do respeito às recusas, é o que cabe na medicina que pratico hoje, no país em que pratico. É disso que continuo querendo falar, ensinar e defender. Não porque a outra esteja errada. Porque esse cuidado precisa primeiro chegar a todos os brasileiros que ainda morrem sem ele. Esse é o trabalho deste tempo. O resto vem depois.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/artigos/duas-mortes-dois-caminhos/">Duas mortes, dois caminhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/artigos/duas-mortes-dois-caminhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>13</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais Você: Médica geriatra fala sobre a importância do acolhimento na fase inicial do luto</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/mais-voce-medica-geriatra-fala-sobre-a-importancia-do-acolhimento-na-fase-inicial-do-luto/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/mais-voce-medica-geriatra-fala-sobre-a-importancia-do-acolhimento-na-fase-inicial-do-luto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30387</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ana Paula Renault (BBB26) conta que ao saber que Tadeu Schmidt também estava vivendo um luto a deixou ainda mais forte para seguir. Veja a fala da Dra Ana Claudia Quintana Arantes durante o programa Mais Você, com Ana Maria Braga, no dia 22 de abril de 2026, acessando a GloboPlay: https://globoplay.globo.com/v/14547622/ &#160;</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/mais-voce-medica-geriatra-fala-sobre-a-importancia-do-acolhimento-na-fase-inicial-do-luto/">Mais Você: Médica geriatra fala sobre a importância do acolhimento na fase inicial do luto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Paula Renault (BBB26) conta que ao saber que Tadeu Schmidt também estava vivendo um luto a deixou ainda mais forte para seguir.</p>
<p>Veja a fala da Dra Ana Claudia Quintana Arantes durante o programa Mais Você, com Ana Maria Braga, no dia 22 de abril de 2026, acessando a GloboPlay: <a href="https://globoplay.globo.com/v/14547622/" target="_blank" rel="noopener">https://globoplay.globo.com/v/14547622/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/mais-voce-medica-geriatra-fala-sobre-a-importancia-do-acolhimento-na-fase-inicial-do-luto/">Mais Você: Médica geriatra fala sobre a importância do acolhimento na fase inicial do luto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/mais-voce-medica-geriatra-fala-sobre-a-importancia-do-acolhimento-na-fase-inicial-do-luto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viva: Geriatra questiona prolongamento da vida pela medicina em novo livro</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/viva-geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/viva-geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30362</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nacionalmente conhecida pelo livro &#8216;A morte é um dia que vale a pena viver&#8216; e outras obras que tratam da finitude humana, a médica geriatra Ana Claudia Quintana Arantes consolidou-se como uma das principais vozes da medicina ao questionar a longevidade e os limites éticos do prolongamento da vida. Em palestra durante o Congresso da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/viva-geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro/">Viva: Geriatra questiona prolongamento da vida pela medicina em novo livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Nacionalmente conhecida pelo livro &#8216;<strong>A morte é um dia que vale a pena viver</strong>&#8216; e outras obras que tratam da finitude humana, a médica geriatra<strong> Ana Claudia Quintana Arantes</strong> consolidou-se como uma das principais vozes da medicina ao questionar a longevidade e os limites éticos do prolongamento da vida.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Em palestra durante o <strong>Congresso da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo (GERP.26),</strong> a médica propôs uma reflexão profunda sobre o que significa habitar o tempo, fugindo da mera contagem de anos para focar na qualidade da jornada.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Para a especialista, a busca incessante por não morrer cedo muitas vezes ignora o custo real desse prolongamento e alerta que &#8220;o maior sofrimento não é morrer cedo, mas viver muito tempo sem condição de viver a própria vida&#8221;.</p>
<h2>Longevidade ou envelhecimento?</h2>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Segundo Arantes, o envelhecimento atual paga uma tarifa de oito a dez anos de vida com doenças e dependência. &#8220;É um tempo médio que a gente passa na vida com uma incapacidade significativa. Esse é o principal território ético e clínico da geriatria moderna.&#8221;</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Ela questiona que essa incapacidade futura está ligada às escolhas presentes, muitas vezes mascaradas por um <strong>falso senso de merecimento</strong>. Arantes observa que as pessoas não querem sentir o peso da velhice, mas evitam a responsabilidade de viver de modo saudável.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Ela exemplifica que muitos escolheriam a sobremesa antes da comida sob a justificativa de que merecem comer tudo errado. &#8220;Toda vez que você fala &#8216;eu mereço&#8217;, o que vem depois é uma besteira muito grande para sua saúde.&#8221;</p>
<h3>Paradoxo feminino</h3>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Dentro desse cenário de longevidade, ela pondera que as mulheres enfrentam um paradoxo particular, pois, embora vivam mais que os homens, carregam uma carga maior de doenças e uma solidão que se torna clínica, configurando um problema de saúde pública.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Nos consultórios, afirma, isso se manifesta no desejo de finitude que a medicina tradicional tenta silenciar. &#8220;A pessoa fala &#8216;vou morrer&#8217; e o médico manda pensar positivo para viver mais&#8221;. Para a médica, essa postura ignora um esvaziamento existencial legítimo, que não se cura com tratamentos de curto prazo.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">O <strong>medo de envelhecer</strong> também se reflete na obsessão por parecer mais jovem, algo que Arantes questiona com veemência em suas falas. Ela provoca ao perguntar por que alguém desejaria ter cara de 30 aos 50 anos de idade, sugerindo que aos 30 anos a juventude muitas vezes não é plenamente aproveitada.</p>
<blockquote class="citacao"><p>&#8220;A única competência que você pode ter se você parecer mais descolada, mais saudável, mais inteira dentro do teu envelhecimento, é você se comprometer a fazer alguma coisa pelo mundo.&#8221;</p></blockquote>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">E completa que a compreensão de que a vida tem um fim é o que dá intensidade ao presente:</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">&#8220;A gente precisa envelhecer bem para poder ser útil. Para que a gente possa, com a nossa maturidade, oferecer um pouco de pacificação para as pessoas extremamente angustiadas.&#8221;</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Para Arantes, a morte serve para dar limite à nossa incapacidade de fazer gestão das escolhas. Quando o tempo parece infinito, a necessidade de escolher diminui e, com ela, a intensidade de viver. Por isso, ela desafia seus pacientes a encontrarem diversão em meio às agendas lotadas de remédios e exames. &#8220;Muitas vezes, o paciente está só a serviço de estar doente.&#8221;</p>
<blockquote class="citacao"><p>&#8220;Viver para sempre sem urgência esvazia o valor do agora. Uma vida infinita sem novos desejos torna-se insuportável.&#8221;</p></blockquote>
<h2>Ciência dos centenários</h2>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Durante a palestra, Arantes mostrou que na ciência dos centenários observa-se que o adoecimento costuma aparecer apenas mais perto do final da vida, gerando uma fragilidade concentrada no limiar do fim. E lamenta que, muitas vezes, a família e os profissionais de saúde tirem o direito dessa pessoa de ser livre apenas pela idade avançada.</p>
<blockquote class="citacao"><p>&#8220;O propósito da vida prevê mortalidade de uma forma mais robusta que a satisfação subjetiva.&#8221;</p></blockquote>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Ela defende que, ao envelhecer, é preciso estar preparado para perder a identidade ambiental, familiar e a capacidade de ir e vir sozinho. O foco deve mudar do remédio para o que se deixa no mundo, o que ela chama de<strong> olfato social</strong>. &#8220;Que perfume você deixa pelo seu caminho?&#8221;, exemplifica, e diz que as consultas médicas deveriam focar menos na saúde biológica estrita e mais no legado estrutural que se perpetua nas próximas gerações.</p>
<h2>Papel da medicina</h2>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">Nesse sentido, a geriatra defende que, para que essa busca por sentido seja possível, a prática médica precisa ser repensada e critica o modelo de medicina focado em diagnósticos isolados e intervenções desproporcionais, classificando como &#8220;um vexame&#8221; o<strong> prolongamento artificial da vida</strong>em casos sem prognóstico.</p>
<p data-mrf-recirculation="Artigo link">&#8220;A gente precisa sair do movimento tradicional de um consultório de geriatria: um diagnóstico isolado, uma <strong>obsessão com a cura</strong>, uma intervenção desproporcional. Talvez o rim tenha indicação da diálise, mas o dono do rim não tem&#8221;, exemplifica, e completa:</p>
<blockquote class="citacao"><p>&#8220;Se no futuro o envelhecimento não for risco para adoecimento, a mortalidade deixa de ser o problema clínico. Mas a imortalidade biológica resolve a nossa busca humana por sentido?&#8221;</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://viva.com.br/saude-e-bem-estar/geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro.html">Viva</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/viva-geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro/">Viva: Geriatra questiona prolongamento da vida pela medicina em novo livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/viva-geriatra-questiona-prolongamento-da-vida-pela-medicina-em-novo-livro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cartilha Sua vida, suas escolhas: o que a nova lei garante</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/artigos/cartilha-sua-vida-suas-escolhas-o-que-a-nova-lei-garante/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/artigos/cartilha-sua-vida-suas-escolhas-o-que-a-nova-lei-garante/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30357</guid>

					<description><![CDATA[<p>A autonomia no cuidado começa quando a pessoa compreende o que está vivendo e pode participar das decisões sobre si, no seu tempo, do seu jeito. É isso que a Lei nº 15.378/2026 vem assegurar: que a vontade do paciente seja considerada ao longo de todo o percurso de cuidado, inclusive quando as escolhas se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/artigos/cartilha-sua-vida-suas-escolhas-o-que-a-nova-lei-garante/">Cartilha Sua vida, suas escolhas: o que a nova lei garante</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autonomia no cuidado começa quando a pessoa compreende o que está vivendo e pode participar das decisões sobre si, no seu tempo, do seu jeito.</p>
<p>É isso que a Lei nº 15.378/2026 vem assegurar: que a vontade do paciente seja considerada ao longo de todo o percurso de cuidado, inclusive quando as escolhas se tornam mais delicadas.</p>
<p>Nesse caminho, as diretivas antecipadas de vontade ajudam a dar forma ao que importa para cada pessoa. Elas tornam essas escolhas conhecidas, orientam a equipe, amparam a família e evitam decisões tomadas na urgência.</p>
<p>Para que esse direito possa ser vivido na prática, esta cartilha digital foi construída em uma linguagem acessível, aproximando a lei da realidade de quem cuida e de quem precisa ser cuidado.</p>
<p>A <a href="https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2026/04/cartilha.pdf">cartilha</a> está disponível gratuitamente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/artigos/cartilha-sua-vida-suas-escolhas-o-que-a-nova-lei-garante/">Cartilha Sua vida, suas escolhas: o que a nova lei garante</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/artigos/cartilha-sua-vida-suas-escolhas-o-que-a-nova-lei-garante/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Flipoços 2026 — Festival Literário Internacional</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/flipocos-2026-festival-literario-internacional/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/flipocos-2026-festival-literario-internacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30314</guid>

					<description><![CDATA[<p>Amar não é apenas sentir. É permanecer. Na mesa “Amar Até o Fim: Afetos, Cuidado e a Condição Humana”, Alexandre Coimbra Amaral e Ana Claudia Quintana Arantes refletem sobre a força do afeto na escuta clínica, o cuidado diante da fragilidade da vida e o poder da escrita como prática terapêutica. Um encontro sobre vínculos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/flipocos-2026-festival-literario-internacional/">Flipoços 2026 — Festival Literário Internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Amar não é apenas sentir. É permanecer.<br />
Na mesa “Amar Até o Fim: Afetos, Cuidado e a Condição Humana”, Alexandre Coimbra Amaral e Ana Claudia Quintana Arantes refletem sobre a força do afeto na escuta clínica, o cuidado diante da fragilidade da vida e o poder da escrita como prática terapêutica.</p>
<p>Um encontro sobre vínculos, tempo, vulnerabilidade e finitude — e sobre como as relações que construímos dão sentido à existência.<br />
Com:<br />
— Alexandre Coimbra Amaral, psicólogo, autor best-seller de Toda ansiedade merece um abraço e criador do podcast Cartas de um Terapeuta.<br />
— Ana Claudia Quintana Arantes, médica especialista em Cuidados Paliativos e autora de A morte é um dia que vale a pena viver.</p>
<p>📍 PALCO SULFUROSA<br />
🗓️ 27 de abril<br />
🕖 19h</p>
<p>Flipoços 2026 — Festival Literário Internacional<br />
25 de abril a 3 de maio<br />
Tema: Cartas e Diários na Literatura – o intimismo das palavras</p>
<p>Mais informações: <a href="https://flipocos.com/" target="_blank" rel="noopener">https://flipocos.com/ </a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/flipocos-2026-festival-literario-internacional/">Flipoços 2026 — Festival Literário Internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/flipocos-2026-festival-literario-internacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grande Conversa debate caminhos para uma longevidade digna no SUS</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30300</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira, 9 de abril de 2026, o 39º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo promoveu um dos momentos centrais de sua programação: a “Grande Conversa – O SUS e o EnvelheSer: estratégias para uma longevidade digna e com equidade”. Realizado das 9h às 12h, no Auditório David [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/">Grande Conversa debate caminhos para uma longevidade digna no SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira, 9 de abril de 2026, o 39º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo promoveu um dos momentos centrais de sua programação: a “Grande Conversa – O SUS e o EnvelheSer: estratégias para uma longevidade digna e com equidade”. Realizado das 9h às 12h, no Auditório David Capistrano, o encontro reuniu especialistas, gestores e lideranças para refletir sobre os desafios e as oportunidades do envelhecimento populacional no Brasil.</p>
<p>Coordenada pela presidente do COSEMS/SP, Adriana Martins, a atividade contou com a participação de nomes de destaque na área da saúde pública e das políticas sociais: Adriano Massuda, secretário executivo do Ministério da Saúde; Alexandre da Silva, secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa; Ana Cláudia Quintana Arantes, médica geriatra e especialista em cuidados paliativos; e Renilson Rehem, consultor da OPAS e coordenador do Projeto de Regionalização da SES-SP.</p>
<p>Ao longo do debate, os convidados abordaram diferentes dimensões do envelhecimento, destacando a necessidade de integração entre políticas públicas, organização regional dos serviços e fortalecimento do cuidado centrado na pessoa.</p>
<p>O secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre da Silva, ressaltou o papel estruturante do Sistema Único de Saúde na garantia de dignidade à população idosa. “O envelhecer nosso é falar do envelhecimento, que é comum das pessoas, mas também falar da dignidade do envelhecimento das pessoas idosas. Então o SUS acaba sendo essa política, esse programa, essa estratégia tão revolucionária que ajuda a gente a ter mais caminhos para dar mais dignidade, para que todas as pessoas, nas suas individualidades, possam envelhecer com mais qualidade de vida e também cidadania”, afirmou.</p>
<p>Já o consultor da OPAS, Renilson Rehem, destacou que o envelhecimento populacional deve ser encarado como uma conquista, mas que impõe novos desafios à gestão da saúde. “Felizmente nós estamos envelhecendo, as pessoas estão vivendo mais. Então esse é um desafio que se coloca: como contribuir para que as pessoas tenham uma vida longa, mais saudável, com qualidade e com autonomia”, pontuou.</p>
<p>O debate também evidenciou que garantir o envelhecimento com dignidade passa não apenas pela ampliação do acesso aos serviços de saúde, mas pela promoção da autonomia, da cidadania e da qualidade de vida ao longo de todo o ciclo de vida, consolidando o SUS como uma das principais ferramentas de equidade social no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cosemssp.org.br/noticias/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/" target="_blank" rel="noopener">COSEMS/SP</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/">Grande Conversa debate caminhos para uma longevidade digna no SUS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/grande-conversa-debate-caminhos-para-uma-longevidade-digna-no-sus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ViMoCast 41: Ana Claudia Quintana Arantes</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/vimocast-41-ana-claudia-quintana-arantes/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/vimocast-41-ana-claudia-quintana-arantes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30311</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste episódio do ViMocast, conversamos com Ana Cláudia Quintana Arantes sobre o que realmente significa cuidar — para além da técnica, dos protocolos e da busca incessante pela cura.Médica geriatra, paliativista e autora do best-seller A morte é um dia que vale a pena viver, Ana Cláudia é uma das principais vozes na transformação do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/vimocast-41-ana-claudia-quintana-arantes/">ViMoCast 41: Ana Claudia Quintana Arantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio do ViMocast, conversamos com Ana Cláudia Quintana Arantes sobre o que realmente significa cuidar — para além da técnica, dos protocolos e da busca incessante pela cura.Médica geriatra, paliativista e autora do best-seller A morte é um dia que vale a pena viver, Ana Cláudia é uma das principais vozes na transformação do cuidado em saúde no Brasil, ajudando a reposicionar o cuidado como eixo central da medicina.Ao longo da conversa, falamos sobre prática médica, limites, sofrimento, presença e escuta. Um episódio profundo que convida profissionais de saúde a repensarem seu papel e sua forma de cuidar.</p>
<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/episode/0SRsrbc3UW570loDyO0zs6/video?utm_source=generator" width="624" height="351" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-testid="embed-iframe"></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="https://open.spotify.com/episode/0SRsrbc3UW570loDyO0zs6">Spotify</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/vimocast-41-ana-claudia-quintana-arantes/">ViMoCast 41: Ana Claudia Quintana Arantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/vimocast-41-ana-claudia-quintana-arantes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>G1: &#8216;Falar sobre a morte não poupa sofrimento, organiza o sofrimento&#8217;: a entrevista da médica paliativista e escritora Ana Cláudia Quintana Arantes ao g1</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/g1-falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/g1-falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30208</guid>

					<description><![CDATA[<p>la fala da morte sem baixar o tom, mas também sem endurecer a voz. Médica paliativista, escritora do livro &#8220;A morte é um dia que vale a pena viver&#8221;e embaixadora da Voa Health, Ana Claudia Quintana Arantes não vê o tema como um desvio da vida, mas como uma das suas dimensões mais negligenciadas. Ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/g1-falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1/">G1: &#8216;Falar sobre a morte não poupa sofrimento, organiza o sofrimento&#8217;: a entrevista da médica paliativista e escritora Ana Cláudia Quintana Arantes ao g1</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="chunk-ff7bk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">la fala da morte sem baixar o tom, mas também sem endurecer a voz. Médica paliativista, escritora do livro <em>&#8220;A morte é um dia que vale a pena viver&#8221;</em>e embaixadora da Voa Health, Ana Claudia Quintana Arantes não vê o tema como um desvio da vida, mas como uma das suas dimensões mais negligenciadas.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-d0o92">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ao longo de mais de duas décadas acompanhando pacientes com doenças graves, ela se acostumou a ver o que acontece quando esse assunto é evitado: decisões tomadas às pressas, sofrimento prolongado e despedidas atravessadas por dúvidas. Não por falta de tecnologia ou de recursos médicos, mas por ausência de conversa.</p>
<div id="chunk-8kgrm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Brasil, essa lacuna também é estrutural. Embora o país tenha avançado na formalização da política pública, o número de equipes habilitadas em cuidados paliativos ainda é reduzido frente à demanda de uma população que envelhece rapidamente. A distância entre a norma e o acesso concreto ao cuidado segue evidente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4kuq8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A realidade, ela diz, é que a maioria das pessoas não morre de forma súbita. Morre doente —e, nesse percurso, precisa de cuidado. É nesse ponto que entram os cuidados paliativos, ainda frequentemente associados, de forma equivocada, à desistência ou ao fim iminente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6iitd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nesta entrevista, a médica fala sobre o que define uma “boa morte”, critica a forma como a medicina lida com a finitude e defende que reconhecer o limite da vida pode ser, paradoxalmente, uma forma de vivê-la melhor.</p>
<div id="chunk-64mhl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>g1:</strong> <strong>A senhora costuma dizer que a morte é um dia que vale a pena viver. O que está sendo vivido nesse momento que ainda não entendemos?</strong><br />
<strong>Ana Cláudia Quintana Arantes:</strong> As pessoas não entendem que, para viver uma experiência que valha a pena, é preciso cuidado. A maioria de nós vai morrer doente e, quando isso acontece, a gente precisa saber receber cuidado e ter quem saiba oferecer. A morte vale a pena quando há esse encontro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-24kpg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="87" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O que mais te incomoda na forma como a sociedade evita falar sobre a morte?<br />
</strong>Quando você não fala sobre a morte, perde a chance de entender melhor o que fazer com o seu tempo. Quando alguém sabe que tem pouco tempo de vida, aprende a priorizar. E a prioridade não pode ser “estar vivo daqui a seis meses”, porque isso não é garantido. Quem tem essa consciência costuma viver melhor. Não porque a situação é fácil, mas porque passa a escolher com mais clareza o que viver.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e8p8l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Mas e quando o sofrimento emocional fala mais alto?<br />
</strong>O sofrimento existe. É triste, dá raiva, dá medo. Mas, se você não consegue colocar isso a favor da sua história, vai perder tempo. A vida não espera você entender. Viver boas memórias é importante para quem está morrendo e para quem vai ficar. E passar dois dos três meses chorando não constrói essa memória.</p>
<div id="chunk-17iv4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="89" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>A medicina foi treinada para salvar vidas. Como ela lida com o limite de não conseguir evitar a morte?</strong>A gente foi treinado com uma ilusão de poder, de que salva vidas. Mas a gente só adia a morte. Não é exatamente arrogância, é uma ingenuidade. É como uma criança que acha que tem superpoder. A morte não obedece ao médico. O problema é que muitos profissionais ainda encaram a morte como fracasso. E não é. A história da vida termina. O que importa é como se cuida desse final.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7l0c6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Por que os cuidados paliativos ainda chegam tão pouco e tão tarde aos pacientes?<br />
</strong>Porque essa informação não circula principalmente entre os médicos. Ela chega por outras vias —matérias, novelas, experiências pessoais. As pessoas reconhecem quando uma morte foi bem cuidada e quando não foi. Mesmo sem saber o nome disso. Mas mudar essa cultura leva tempo. E, quando o cuidado paliativo entra só no final, não há tempo para construir vínculo nem organizar decisões.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7ucf5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O ensino médico já mudou nesse ponto?<br />
</strong>Desde 2022, o ensino de cuidados paliativos é obrigatório nas faculdades de medicina. Mas ainda é muito insuficiente. Você tem, às vezes, dois períodos para ensinar algo que exige experiência, sensibilidade e prática. Isso não forma um profissional preparado, no máximo, sensibiliza.</p>
<div id="chunk-6jdo6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O que define uma &#8216;boa morte&#8217;?<br />
</strong>Não é uma morte bonita nem fácil. É uma experiência de cuidado que respeita o que a pessoa considera digno. Isso pode significar estar em casa, estar no hospital, ter ou não determinados procedimentos. O importante é que isso tenha sido conversado antes. Todo mundo vai viver e todo mundo vai morrer. A diferença está em quanto você consegue reconhecer o que quer e o que não quer.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-81do8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Por que é tão difícil falar disso dentro das famílias?<br />
</strong>Porque as pessoas dizem “não vamos pensar nisso”, “vai dar tudo certo”. Mas, no fim, tudo dá certo e você morre. Quando a família evita essa conversa, ela está escolhendo sofrer mais depois. Porque vai ter que decidir sem saber o que a pessoa queria. Falar sobre a morte não poupa sofrimento, organiza o sofrimento.</p>
<div id="chunk-dl944">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>A senhora já viu momentos que traduzem essa transformação no fim da vida?<br />
</strong>Sim. Um paciente com tumor cerebral me disse que parecia que tinham tirado do cérebro dele a parte que o fazia infeliz. Ele passou a demonstrar afeto, a se relacionar melhor com a família, a não querer controlar tudo. E dizia que estava adorando ser quem se tornou. Isso é muito marcante.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2pgr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Há algo de libertador em reconhecer que vamos morrer?<br />
</strong>Sem dúvida. Você entende que não precisa resolver tudo. Os problemas continuam, com ou sem você. Isso ajuda a dar menos peso para coisas que não merecem tanto sofrimento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-20v98">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Quem deve decidir até onde vai um tratamento: médico, paciente ou família?<br />
</strong>Os três, e juntos. O médico traz o conhecimento técnico, a família participa do cuidado e o paciente define o que é limite para ele. Mas é o paciente quem vive as consequências, então a decisão precisa ser centrada nele.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dcisg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O Brasil está preparado para discutir diretivas antecipadas de vontade?<br />
</strong>Não. E não está preparado nem para o que já está acontecendo. É um país que envelhece rápido e não tem estrutura suficiente para cuidar disso. Falar de diretivas é se preparar para algo melhor, e ainda estamos lidando mal com o básico.</p>
<div id="chunk-bha6c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O que mais te incomoda na forma como o sistema de saúde lida com o fim da vida?<br />
</strong>A gente discute muito o excesso de intervenções, mas esquece que a maior parte da população vive o abandono. Muitos morrem sem diagnóstico, sem tratamento, sem cuidado. Isso é a realidade predominante.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6ku1l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>A desigualdade social interfere na forma como as pessoas morrem?<br />
</strong>Totalmente. Dependendo de onde você está, não há acesso a nada. E a experiência de morte passa a ser de abandono. Isso pode acontecer com qualquer um, dependendo das circunstâncias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c01ik">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O que, afinal, são cuidados paliativos —e por que ainda são confundidos com desistência?<br />
</strong>Cuidado paliativo é proteção contra o sofrimento causado por uma doença grave e pelo tratamento dela. Ele não antecipa nem prolonga a morte. Ele cuida da dor, do emocional, da família, do contexto social e espiritual. Ainda há confusão porque muitos médicos acreditam que podem evitar a morte a qualquer custo, e isso não é verdade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1q6k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>O que muda quando esse cuidado começa cedo?<br />
</strong>A pessoa vive melhor. Sem controle de sintomas, ela não recebe visitas, não sai, não aproveita. Quando o cuidado começa antes, ela ganha tempo com qualidade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-k2sf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Depois de tantos anos acompanhando o fim da vida, o que mudou na senhora?<br />
</strong>Eu entendi que não existe sentido em buscar um grande propósito. O sentido da vida é viver. E viver com coerência —entre o que você diz e o que você faz. Isso, para mim, foi um aprendizado importante.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/29/falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1.ghtml">G1 Saúde</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/g1-falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1/">G1: &#8216;Falar sobre a morte não poupa sofrimento, organiza o sofrimento&#8217;: a entrevista da médica paliativista e escritora Ana Cláudia Quintana Arantes ao g1</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/g1-falar-sobre-a-morte-nao-poupa-sofrimento-organiza-o-sofrimento-a-entrevista-da-medica-paliativista-e-escritora-ana-claudia-quintana-arantes-ao-g1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vida Simples: Que haja música!</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-que-haja-musica/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-que-haja-musica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 16:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30058</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há sofrimentos que precisam de arte para que a compreensão atravesse as fronteiras da mente e chegue nos sentimentos. Quando a dor ultrapassa a linguagem comum, ela exige outra gramática, aquela capaz de sustentar o tempo que não passa, de dar contorno à emoção que insiste, de oferecer som ao que permanece mudo. A arte [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-que-haja-musica/">Vida Simples: Que haja música!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span dir="ltr" role="presentation">Há sofrimentos que precisam de arte </span><span dir="ltr" role="presentation">para que a compreensão atravesse as fron</span><span dir="ltr" role="presentation">teiras da mente e chegue nos sentimen</span><span dir="ltr" role="presentation">tos. Quando a dor ultrapassa a linguagem </span><span dir="ltr" role="presentation">comum, ela exige outra gramática, aquela </span><span dir="ltr" role="presentation">capaz de sustentar o tempo que não passa, </span><span dir="ltr" role="presentation">de dar contorno à emoção que insiste, de </span><span dir="ltr" role="presentation">oferecer som ao que permanece mudo.</span></p>
<p><strong><span dir="ltr" role="presentation">A arte não elimina o sofrimento, mas o </span></strong><span dir="ltr" role="presentation"><strong>organiza</strong>. Não cura o luto, mas o torna um </span><span dir="ltr" role="presentation">lugar minimamente habitável. E isso, mui</span><span dir="ltr" role="presentation">tas vezes, é o que salva. A música sempre </span><span dir="ltr" role="presentation">soube fazer esse trabalho. Sua matemáti</span><span dir="ltr" role="presentation">ca precisa na organização e distribuição </span><span dir="ltr" role="presentation">de som e silêncio desenvolveu, ao longo </span><span dir="ltr" role="presentation">da história, formas rigorosas para lidar </span><span dir="ltr" role="presentation">com o conflito humano sem simplificá-lo. </span><span dir="ltr" role="presentation">Entre elas, a sonata, nascida na Europa do </span><span dir="ltr" role="presentation">século XVIII, cuja estrutura se assemelha </span><span dir="ltr" role="presentation">a uma experiência existencial.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">A sonata organiza-se em movimentos </span><span dir="ltr" role="presentation">que espelham o luto com precisão quase </span><span dir="ltr" role="presentation">clínica. Na exposição, apresentam-se os </span><span dir="ltr" role="presentation">temas. O primeiro se impõe como tônica: </span><span dir="ltr" role="presentation">a perda. Incontornável. A pessoa não está </span><span dir="ltr" role="presentation">mais. Tudo o que era cotidiano passa a or</span><span dir="ltr" role="presentation">bitar essa ausência fundamental. Em se</span><span dir="ltr" role="presentation">guida, a transição: a mente tenta se mover, </span><span dir="ltr" role="presentation">explicar, negociar. Nada se fixa.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">O segundo tema surge em tonalidade </span><span dir="ltr" role="presentation">contrastante: a memória viva, intensa, ex</span><span dir="ltr" role="presentation">cessiva. <strong>O amor que insiste mesmo sem </strong></span><span dir="ltr" role="presentation"><strong>corpo, sem toque, sem voz.</strong> A exposição se encerra quando se reconhece, mesmo sem palavras, que a vida já mudou de tom. O desenvolvimento, por sua vez, é o trecho mais longo e instável. Aqui, a dor trabalha. Os temas se fragmentam, reaparecem em variações imprevisíveis. Emoções modulam: raiva, culpa, ternura, exaustão. O corpo sente antes da consciência. Pode parecer que é desordem, mas, na verdade, é um modo caoticamente organizado para sua elaboração. <strong>A música oferece ritmo a esse caos interno, melodia à emoção.</strong></span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Na</span> <span dir="ltr" role="presentation">recapitulação,</span> <span dir="ltr" role="presentation">os</span> <span dir="ltr" role="presentation">temas</span> <span dir="ltr" role="presentation">retornam, </span><span dir="ltr" role="presentation">agora na tônica da vida que continua. A </span><span dir="ltr" role="presentation">ausência permanece, a memória também, </span><span dir="ltr" role="presentation">mas integradas. A tensão não desaparece; </span><span dir="ltr" role="presentation">se resolve. O amor muda de função: deixa </span><span dir="ltr" role="presentation">de tentar trazer de volta e passa a susten</span><span dir="ltr" role="presentation">tar por dentro. Por fim, a coda assenta o </span><span dir="ltr" role="presentation">movimento. Não encerra a música. Con</span><span dir="ltr" role="presentation">clui o que precisava ser dito.</span></p>
<blockquote><p><strong><span dir="ltr" role="presentation">A arte pode dar forma ao luto. O tempo </span><span dir="ltr" role="presentation">de duração de uma composição pode ser </span><span dir="ltr" role="presentation">o primeiro passo. Um movimento inteiro </span><span dir="ltr" role="presentation">pode se transformar numa estrada adian</span><span dir="ltr" role="presentation">te da dor. O suficiente para que a música </span><span dir="ltr" role="presentation">siga tocando – e a vida também.</span></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>ANA CLAUDIA QUINTANA ARANTES é médica formada pela USP, especialista em Geriatria e Gerontologia, Cuidados Paliativos e Psicologia do luto, além de escritora.</p>
<p><a href="https://vidasimples.co/colunista/que-haja-musica/" target="_blank" rel="noopener">Artigo publicado em Vida Simples</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-que-haja-musica/">Vida Simples: Que haja música!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-que-haja-musica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em Belo Horizonte</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-belo-horizonte/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-belo-horizonte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 12:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30087</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 5 de maio em Belo Horizonte, a médica Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes) apresenta &#8220;Faça Sua Vida Valer a Pena&#8221;, uma palestra que convida você a olhar com coragem para o que realmente importa: a sua própria vida. Após décadas acompanhando pessoas em seus últimos momentos, Ana Claudia traz uma perspectiva diferente sobre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-belo-horizonte/">Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de maio em Belo Horizonte, a médica Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes) apresenta &#8220;Faça Sua Vida Valer a Pena&#8221;, uma palestra que convida você a olhar com coragem para o que realmente importa: a sua própria vida.<br />
Após décadas acompanhando pessoas em seus últimos momentos, Ana Claudia traz uma perspectiva diferente sobre escolhas, prioridades e a qualidade das nossas decisões diárias.</p>
<p>Com sensibilidade, ela questiona por que deixamos o que tem valor ser engolido pela pressa, pelas demandas automáticas e pelo que é supérfluo. É o momento para reconectar-se com a própria história e resgatar o que dá sentido à vida, antes que seja tarde demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE ESPERAR DESTE EVENTO</strong></p>
<p>• Reflexão profunda sobre prioridades e a forma como você tem vivido.<br />
• Compreensão sobre o que realmente sustenta uma vida significativa.<br />
• Ferramentas para identificar o supérfluo e reconhecer o essencial.<br />
• Uma conversa honesta sobre tempo, presença e escolhas que importam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-belo-horizonte-palestra-faa-sua-vida-valer-a-pena-05052026-belohorizonte" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-belo-horizonte-palestra-faa-sua-vida-valer-a-pena-05052026-belohorizonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>5 de maio de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Cine Theatro Brasil Vallourec</p>
<p>Avenida Amazonas, 315, Centro, Belo Horizonte MG</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-belo-horizonte/">Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em Belo Horizonte</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-belo-horizonte/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Londrina</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-londrina/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-londrina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 12:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30084</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-londrina/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Londrina</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<p><strong>O que esperar do evento:</strong></p>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-londrina-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-10062026-londrina" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-londrina-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-10062026-londrina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>10 de junho de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Teatro Marista Londrina</p>
<p>Rua Cristiano Machado, 240, Campo Belo, Londrina PR</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-londrina/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Londrina</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-londrina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Campinas</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-campinas/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-campinas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 19:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30079</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-campinas/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Campinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<p><strong>O que esperar do evento:</strong></p>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-campinas-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-16062026-campinas" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-campinas-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-16062026-campinas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>16 de junho de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Espaço Regatas</p>
<p>Rua Maria Monteiro, 1091, Cambuí, Campinas SP</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-campinas/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Campinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-campinas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Summit Cultural Alma Talks, em Florianópolis</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 23:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30007</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Summit Cultural Alma Talks é o maior evento do Brasil dedicado à saúde mental, filosofia, e cultura. Em um único dia de programação, o encontro reúne palestras, conversas e intervenções artísticas que tratam de temas como sentido da vida, relações humanas, luto, propósito, emoções e os desafios de viver no mundo atual. Idealizado pelo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis/">Summit Cultural Alma Talks, em Florianópolis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Summit Cultural Alma Talks é o maior evento do Brasil dedicado à saúde mental, filosofia, e cultura.</p>
<p>Em um único dia de programação, o encontro reúne palestras, conversas e intervenções artísticas que tratam de temas como sentido da vida, relações humanas, luto, propósito, emoções e os desafios de viver no mundo atual.</p>
<p>Idealizado pelo Alma Talks, o Summit chega pela primeira vez em Florianópolis, com alguns dos nomes mais importantes do pensamento brasileiro, sempre com curadoria voltada a conteúdo consistente e aplicável ao dia a dia.</p>
<p>A programação completa de palestrantes e atrações artísticas será divulgada em breve, mantendo o mesmo padrão das outras edições: conteúdo de alto nível, temas urgentes e uma experiência pensada para quem leva a sério o próprio desenvolvimento.</p>
<p><strong>Palestrantes confirmados:</strong></p>
<p><strong>Lúcia Helena Galvão &#8211; A Lógica e a Inteligência da Vida</strong></p>
<p>A filósofa e professora Lúcia Helena Galvão (@profluciahelenagalvao) traz uma reflexão profunda sobre como a vida possui uma sabedoria própria que nos guia através das adversidades. Com a capacidade única de transformar conceitos filosóficos complexos em insights, ela nos convida a reconhecer os sinais da inteligência da vida e a fazer escolhas mais conscientes. Uma oportunidade de expandir a visão de mundo e encontrar equilíbrio nos momentos de incerteza.</p>
<p><strong>Rossandro Klinjey &#8211; As 5 Faces do Perdão</strong></p>
<p>O psicólogo, escritor e palestrante best-seller Rossandro Klinjey (@rossandroklinjey) apresenta um tema sobre o verdadeiro significado do perdão. Longe de ser esquecimento ou submissão, o perdão é um ato de libertação que impacta profundamente nossas relações e saúde emocional. Com histórias reais e uma abordagem clara e envolvente, Rossandro mostra como ressignificar o passado e seguir em frente sem o peso do ressentimento.</p>
<p><strong>Ana Claudia Quintana Arantes &#8211; A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver </strong></p>
<p>A médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida, convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis-11072026-saojose">https://www.almatickets.com.br/events/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis-11072026-saojose</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-2 kLdsGw">
<p class="sc-57018dea-1 iImKcA">11 de julho de 2026 • 13h</p>
<p><span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">Evento presencial em </span><span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">Arena Opus<br />
</span><span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">SC-281, 4000 &#8211; Grande Florianópolis, São José &#8211; SC, 88122-00<br />
</span><span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">São José</span></p>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis/">Summit Cultural Alma Talks, em Florianópolis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/summit-cultural-alma-talks-em-florianopolis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Fortaleza</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-fortaleza/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-fortaleza/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 20:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30001</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes, uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-fortaleza/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Fortaleza</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes, uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<h3>O que esperar do evento:</h3>
<p>• Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;<br />
• Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;<br />
• Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;<br />
• Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;<br />
• Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</p>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-fortaleza-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-16072026-fortaleza" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-fortaleza-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-16072026-fortaleza</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-2 kLdsGw">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>16 de julho de 2026 • 19h</p>
</div>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">Evento presencial em <span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">Teatro Via Sul Fortaleza</span></p>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Avenida Washington Soares, 4335 Seis Bocas 350, Fortaleza</div>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Fortaleza</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-fortaleza/">Palestra &#8220;A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver&#8221;, em Fortaleza</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-fortaleza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em São Paulo</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-sao-paulo/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-sao-paulo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 20:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30005</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 23 de julho em São Paulo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes apresenta &#8220;Faça Sua Vida Valer a Pena&#8221;, uma palestra que convida você a olhar com coragem para o que realmente importa: a sua própria vida. Após décadas acompanhando pessoas em seus últimos momentos, Ana Claudia traz uma perspectiva diferente sobre escolhas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-sao-paulo/">Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 23 de julho em São Paulo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes apresenta &#8220;Faça Sua Vida Valer a Pena&#8221;, uma palestra que convida você a olhar com coragem para o que realmente importa: a sua própria vida.<br />
Após décadas acompanhando pessoas em seus últimos momentos, Ana Claudia traz uma perspectiva diferente sobre escolhas, prioridades e a qualidade das nossas decisões diárias.</p>
<p>Com sensibilidade, ela questiona por que deixamos o que tem valor ser engolido pela pressa, pelas demandas automáticas e pelo que é supérfluo. É o momento para reconectar-se com a própria história e resgatar o que dá sentido à vida, antes que seja tarde demais.</p>
<h3>O QUE ESPERAR DESTE EVENTO</h3>
<p>• Reflexão profunda sobre prioridades e a forma como você tem vivido.<br />
• Compreensão sobre o que realmente sustenta uma vida significativa.<br />
• Ferramentas para identificar o supérfluo e reconhecer o essencial.<br />
• Uma conversa honesta sobre tempo, presença e escolhas que importam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-so-paulo-palestra-faa-sua-vida-valer-a-pena-23072026-saopaulo" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-so-paulo-palestra-faa-sua-vida-valer-a-pena-23072026-saopaulo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-2 kLdsGw">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>23 de julho de 2026 • 19h</p>
</div>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">Evento presencial <span style="font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, 'Noto Sans', sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol', 'Noto Color Emoji';">Memorial da América Latina</span></p>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Avenida Mário de Andrade, 664, Barra Funda</div>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">São Paulo</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-sao-paulo/">Palestra “Faça Sua Vida Valer a Pena”, em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-faca-sua-vida-valer-a-pena-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em São José dos Campos</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-sao-jose-dos-campos/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-sao-jose-dos-campos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 20:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30398</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-sao-jose-dos-campos/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em São José dos Campos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<p><strong>O que esperar do evento:</strong></p>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-so-jos-dos-campos-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-01082026-saojosedoscampos" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-so-jos-dos-campos-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-01082026-saojosedoscampos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>1 de agosto de 2026 • 17h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Auditório Marco Antônio Raupp</p>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Estrada Doutor Altino Bondesan, 500, Jardim Coqueiro , São José dos Campos SP</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-sao-jose-dos-campos/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em São José dos Campos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-sao-jose-dos-campos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra &#8220;A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver&#8221;, em Salvador</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-salvador/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-salvador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 19:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30075</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-salvador/">Palestra &#8220;A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver&#8221;, em Salvador</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade.</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<h3><b>O que esperar do evento:</b></h3>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: h<a href="https://www.sympla.com.br/evento/ana-claudia-quintana-arantes-em-salvador-palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver/3323355" target="_blank" rel="noopener">ttps://www.sympla.com.br/evento/ana-claudia-quintana-arantes-em-salvador-palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver/3323355</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>6 de agosto de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial em CECBA, Salvador BA</p>
<p>Rua Doutor Augusto Lopes Pontes, 262 Costa Azul</p>
<p>Salvador, BA</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-salvador/">Palestra &#8220;A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver&#8221;, em Salvador</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-salvador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Brasília</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-brasilia-2/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-brasilia-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 13:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30351</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-brasilia-2/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<p><strong>O que esperar do evento:</strong></p>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-braslia-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-21082026-brasilia" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-braslia-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-viver-21082026-brasilia</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>21 de agosto de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Auditório Planalto)</p>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Eixo Monumental, Ulysses Guimarães, Brasília DF</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-brasilia-2/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-brasilia-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vida Simples: Vergonha é remédio</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-vergonha-e-remedio/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-vergonha-e-remedio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=29876</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você se lembra da última vez em que sentiu vergonha? Olhos baixos, corpo contraído, aquela urgência de desaparecer antes que alguém percebesse o que você queria esconder. O rubor subindo pelo rosto como um alarme involuntário. A vergonha não nasce do que fazemos, mas do que somos quando a camada de proteção cai. Surge quando [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-vergonha-e-remedio/">Vida Simples: Vergonha é remédio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você se lembra da última vez em que sentiu vergonha? Olhos baixos, corpo contraído, aquela urgência de desaparecer antes que alguém percebesse o que você queria esconder. O rubor subindo pelo rosto como um alarme involuntário.</p>
<p>A vergonha não nasce do que fazemos, mas do que somos quando a camada de proteção cai. Surge quando imaginamos que, ao mostrar nossa verdade, perderemos amor, respeito, admiração, lugar à mesa. E, no entanto, <strong>é justamente esse ponto vulnerável que guarda a chave de qualquer relação verdadeira.</strong></p>
<p>Vivemos um tempo em que a vergonha se multiplicou. Não porque erramos mais, mas porque nos mostramos menos. Quanto mais administramos nossa própria imagem, mais acreditamos que só existimos quando estamos devidamente editados. Respiramos um ar que exige coerência, força, autocontrole e devolve julgamento permanente. Não há encontro real possível quando a alma precisa pedir desculpas por existir.</p>
<p>Outro dia, no saguão do aeroporto, uma mulher se aproximou devagar. “Doutora, eu queria dizer algo, mas tenho vergonha.” Perguntei se era de mim. Ela negou. “É de mim mesma.” Convidei-a a chegar mais perto. E ela veio. Contou que estava doente, cansada, temendo preocupar a família. Por fim, murmurou: “Eu não sei mais se sou alguém de quem se possa gostar”.</p>
<p>Ali, no barulho das partidas, a vergonha dela encontrou com meu olhar sem julgamentos. “Vergonha”, eu disse, “é você enxergar uma chance de melhorar o que sente e fechar os olhos para ela. Cuide-se e sua família não terá preocupação desnecessária”. Ela se emocionou, e ainda ruborizada, se despediu sorrindo.</p>
<p>Vejo isso todos os dias no limite da vida. Quem já não consegue se levantar sente vergonha. Quem precisa ser tocado para comer ou se limpar sente vergonha. Quem perde as palavras sente vergonha. Quem olha o corpo ferido e chora sente vergonha. Mas, no quarto silencioso onde a morte se aproxima, a vergonha pode, enfim, descansar, porque existe alguém dizendo, sem dizer: “Você continua digno”.</p>
<p data-inspected="true"><strong>É impossível atravessar a vergonha sozinho</strong>. Sem o olhar que sustenta, ela vira exílio interior. A pessoa passa a administrar-se: oculta desejos, evita pedir ajuda, aprende a sobreviver em silêncio. Mas, quando alguém olha de verdade, algo se desfaz. A alma afrouxa. O corpo continua frágil, mas o coração se endireita.</p>
<p>ANA CLAUDIA QUINTANA ARANTES é médica formada pela USP, especialista em Geriatria e Gerontologia, Cuidados Paliativos e Psicologia do luto, além de escritora.</p>
<p><a href="https://vidasimples.co/colunista/vergonha-e-remedio/">Artigo publicado em Vida Simples</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-vergonha-e-remedio/">Vida Simples: Vergonha é remédio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/vida-simples-vergonha-e-remedio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Goiânia</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-goiania/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-goiania/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 20:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=30395</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-goiania/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Goiânia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como viver de forma plena e consciente quando evitamos falar sobre o inevitável? Essa é a provocação que conduz a palestra “A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver” com a médica e escritora Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes), uma das maiores referências no Brasil em cuidados paliativos e no debate sobre finitude da vida.</p>
<p>Este encontro convida o público a abandonar a ideia da morte como tabu e a encará-la como um elemento legítimo da experiência humana. A partir de histórias vividas em sua trajetória médica e reflexões inspiradas por pacientes em seus últimos dias, Ana Claudia propõe uma escuta atenta sobre o que significa viver até o fim com dignidade</p>
<p>Este evento não é uma exposição sobre técnicas ou teorias. É uma travessia guiada por uma profissional que fez da morte um instrumento para ensinar sobre a vida. Empregando uma linguagem sensível, Ana Claudia traz ao palco um convite ao despertar de uma consciência mais ampla sobre o tempo que temos e o que escolhemos fazer com ele.</p>
<p><strong>O que esperar do evento:</strong></p>
<ul>
<li>Uma reflexão franca sobre a morte como parte integrante da vida e não como ponto final isolado;</li>
<li>Relatos emocionantes de pacientes e famílias que ensinaram, na prática, o valor de estar presente;</li>
<li>Ferramentas para ampliar o olhar sobre como lidamos com a finitude pessoal e coletiva;</li>
<li>Uma experiência que não busca dar respostas prontas, mas ampliar as perguntas sobre o que é viver com sentido;</li>
<li>Um espaço para acolher medos, revisar prioridades e transformar a forma como nos relacionamos com o tempo.</li>
</ul>
<p>Este evento é voltado a todas as pessoas interessadas em saúde emocional, propósito, espiritualidade, envelhecimento, luto e autocuidado. Um momento de pausa para escutar, refletir e reconectar-se com a vida a partir daquilo que muitas vezes evitamos olhar.</p>
<p>Garanta já o seu ingresso pelo link: <a href="https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-goinia-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-04092026-goiania" target="_blank" rel="noopener">https://www.almatickets.com.br/events/ana-claudia-quintana-arantes-em-goinia-palestra-a-morte-um-dia-que-vale-a-pena-04092026-goiania</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agenda:</strong></p>
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>4 de setembro de 2026 • 19h</p>
</div>
<div class="sc-57018dea-2 sc-57018dea-3 gwqeoZ">
<div class="sc-57018dea-1 iImKcA">
<p>Evento presencial no Teatro Madre Esperança Garrido</p>
<div class="css-146c3p1 r-8akbws r-krxsd3 r-dnmrzs r-1qsk4np r-1udbk01 r-1w6e6rj r-ubezar r-hbpseb" dir="auto">Avenida Contorno, 241, Setor Central, Goiânia GO</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-goiania/">Palestra “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, em Goiânia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/agenda/palestra-a-morte-e-um-dia-que-vale-a-pena-viver-em-goiania/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Claudia: Minha mãe escolheu como viver — e também como partir</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/claudia-minha-mae-escolheu-como-viver-e-tambem-como-partir/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/claudia-minha-mae-escolheu-como-viver-e-tambem-como-partir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 20:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=29829</guid>

					<description><![CDATA[<p>Caras leitoras, esta é uma coluna difícil de escrever. Difícil porque é a história da minha mãe. E também porque é uma história que chegou ao fim. Maria de Fátima Galdino, “a baixinha”, tinha 1,49m de altura e uma força que nunca coube no corpo pequeno que habitava. Foi com essa força que atravessou a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/claudia-minha-mae-escolheu-como-viver-e-tambem-como-partir/">Claudia: Minha mãe escolheu como viver — e também como partir</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caras leitoras, esta é uma coluna difícil de escrever. Difícil porque é a história da minha mãe. E também porque é uma história que chegou ao fim. Maria de Fátima Galdino, “a baixinha”, tinha 1,49m de altura e uma força que nunca coube no corpo pequeno que habitava. Foi com essa força que atravessou a vida, inclusive enfrentando um câncer agressivo.</p>
<h3 data-reader-unique-id="59">Quem era minha mãe</h3>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="60">Fátima nasceu no Cariri paraibano e, aos 14, veio para São Paulo atrás de oportunidades. Fez família, se separou e foi mãe solo, trabalhou em três empregos ao mesmo tempo, mudou de casa várias vezes, até encontrar um lugarzinho seu, num conjunto habitacional na Zona Leste, construído em mutirão.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="79">Aquela pequenininha carregou bloco, cimento e construiu, com outras mulheres e famílias, o cantinho em que viveu por 27 anos.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="127">Já com os filhos crescidos, voltou a estudar, se formou e foi síndica do condomínio em que morava por 15 anos.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="128">Enfrentou conflitos, ameaças, desrespeito, madrugadas com gente batendo à porta — até bomba teve. Mas ela passou por tudo isso do jeito dela: turrona, firme e sem recuar.</p>
<h3 data-reader-unique-id="129">O diagnóstico</h3>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="130">Em fevereiro de 2025, numa internação de emergência, descobrimos um câncer de intestino avançado. O tumor foi retirado, mas havia metástase.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="131">O fígado já estava comprometido e a proposta médica era clara: quimioterapia pesada que poderia prolongar sua vida em alguns meses, mas à custa de sofrimento e perda de autonomia.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="136">Dona Maria de Fátima sem autonomia? Não consigo imaginar! Minha mãe ouviu tudo, foi em mais de um médico e decidiu não fazer a quimio.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="137">Muitos criticaram indignados a sua escolha. E os três filhos — eu incluso — a apoiaram. Respeitando a decisão por mais difícil que fosse. Porque não era desistência, mas uma escolha por passar o tempo que tinha do jeito que sempre viveu.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="138">Depois da cirurgia, ela teve dez meses sem sintomas importantes. Voltou para casa, para a rotina de síndica, ainda que com cautela. Seguiu cuidando das suas coisas do seu jeito, acompanhada por cuidados paliativos.</p>
<h3 data-reader-unique-id="139">O legado de uma vida</h3>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="140">Em outubro, o corpo começou a dar sinais de cansaço. Sem um tratamento agressivo, quem agride é o câncer. O fígado entrou em falência, comer ficou difícil, o cansaço aumentou, a dor apareceu — mesmo quando ela fingia que não sentia.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="141">Até que em 2 de dezembro de 2025, o câncer levou minha mãe, aos 67 anos. O dia estava ensolarado, perto de 17h. Uma chuva forte caiu, levando ela consigo.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="146">Logo depois, o sol voltou a brilhar. Eu estava com ela. E na despedida o que mais impressionou foi a coerência.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="147">A mulher que decidiu como criar os filhos, como sustentar a casa, como liderar uma comunidade inteira, decidiu também como partir.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="148">Sem prolongar a própria dor para atender expectativas alheias. Sem abrir mão de quem sempre foi. A partida ainda me destroça. Mas junto da saudade existe um orgulho imenso da vida que ela construiu.</p>
<h3 data-reader-unique-id="149">Uma perspectiva sobre o câncer</h3>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="150">Falar de câncer costuma vir com discursos sobre luta, batalha, vitória ou derrota.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="151"><em><strong>Como diz a médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes</strong><strong>, que cuidou da minha mãe,</strong> </em>representar o câncer como uma guerra não funciona porque não há vencedores ou perdedores no tratamento da doença, mas humanos com diferentes medos, esperanças e necessidades.</p>
<p data-mrf-recirculation="Links internos" data-reader-unique-id="155">Minha mãe não venceu o câncer. Venceu a imposição de um sofrimento e a ideia de que não temos direito de escolher. Ela não foi guerreira, foi corajosa. E talvez essa seja a última lição da baixinha durona que me criou. A mais gigante de todas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://claudia.abril.com.br/coluna/deixa-te-falar-historias-de-terapia/minha-mae-escolheu-como-viver-e-como-partir/">Claudia / Deixa te falar&#8230;</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/claudia-minha-mae-escolheu-como-viver-e-tambem-como-partir/">Claudia: Minha mãe escolheu como viver — e também como partir</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/claudia-minha-mae-escolheu-como-viver-e-tambem-como-partir/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BBC News Brasil: O que acontece com nosso corpo antes da morte?</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/bbc-news-brasil-o-que-acontece-com-nosso-corpo-antes-da-morte/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/bbc-news-brasil-o-que-acontece-com-nosso-corpo-antes-da-morte/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 17:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=29740</guid>

					<description><![CDATA[<p>A chegada da morte pode ser marcada por uma série de sinais — e saber identificá-los é uma das chaves para um fim mais suave e tranquilo. O processo conhecido como fase ativa da morte acontece durante os últimos dias, ou as últimas horas, de uma pessoa. Especialistas em cuidados paliativos ouvidos pela BBC News [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/bbc-news-brasil-o-que-acontece-com-nosso-corpo-antes-da-morte/">BBC News Brasil: O que acontece com nosso corpo antes da morte?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="O que acontece com nosso corpo antes da morte?" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/DfneFrYC_yk?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.acqa.com.br" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A chegada da morte pode ser marcada por uma série de sinais — e saber identificá-los é uma das chaves para um fim mais suave e tranquilo.</p>
<p>O processo conhecido como fase ativa da morte acontece durante os últimos dias, ou as últimas horas, de uma pessoa.</p>
<p>Especialistas em cuidados paliativos ouvidos pela BBC News Brasil dizem que até mesmo médicos e outros profissionais de saúde muitas vezes não sabem como agir nesse momento e apelam a procedimentos que são supérfluos, que mais atrapalham que ajudam.</p>
<p>Logicamente que ele não é igual para todo mundo — e está geralmente relacionado às enfermidades de longo prazo, como o câncer e a demência, em que a pessoa passa meses, ou até anos, fazendo tratamentos, até chegar ao ponto em que os órgãos e sistemas que constituem o organismo não são mais capazes de manter a vida adiante.</p>
<p>Neste vídeo, o repórter André Biernath explica quais são as manifestações mais comuns de uma morte iminente, por que elas acontecem e o que pode ser feito para que esse evento seja suave, com poucos incômodos e significativo para que vai (e também para quem fica).</p>
<p>Leia também a reportagem: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg3gnz9877o</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/bbc-news-brasil-o-que-acontece-com-nosso-corpo-antes-da-morte/">BBC News Brasil: O que acontece com nosso corpo antes da morte?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/bbc-news-brasil-o-que-acontece-com-nosso-corpo-antes-da-morte/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diário PCD: Professor Cortella, Bernardinho e Dra. Ana Claudia Arantes lotam teatro em noite beneficente</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/diario-pcd-professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/diario-pcd-professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 16:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.acqa.com.br/?p=29431</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma noite marcada por emoção, reflexões profundas e aprendizados poderosos tomou conta do Teatro B32 nesta terça-feira (25), durante o evento beneficente “O Jogo da Virada: O Poder de Continuar”. Pela primeira vez juntos no mesmo palco estavam o filósofo e professor Mário Sérgio Cortella, o treinador Bernardinho e a médica geriatra Dra. Ana Claudia Quintana Arantes. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/diario-pcd-professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/">Diário PCD: Professor Cortella, Bernardinho e Dra. Ana Claudia Arantes lotam teatro em noite beneficente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma noite marcada por emoção, reflexões profundas e aprendizados poderosos tomou conta do Teatro B32 nesta terça-feira (25), durante o evento beneficente <strong>“O Jogo da Virada: O Poder de Continuar”.</strong> Pela primeira vez juntos no mesmo palco estavam o filósofo e professor Mário Sérgio Cortella, o treinador Bernardinho e a médica geriatra Dra. Ana Claudia Quintana Arantes. <strong>O encontro teve toda a renda da venda dos ingressos revertida ao Instituto Jô Clemente (IJC)</strong>, Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.</p>
<p>A noite teve início com um coquetel de boas-vindas e um momento para networking onde apoiadores, patrocinadores e público geral confraternizaram. Em seguida, o Presidente Voluntário do Conselho de Administração do IJC, Michel Brull deu as boas-vindas e discursou sobre a trajetória, a história e o trabalho do Instituto Jô Clemente (IJC). Para apresentar o painel, Michel chamou a jornalista Gloria Vanique que mediou a conversa na qual os três especialistas compartilharam perspectivas complementares vindas da filosofia, do esporte de alta performance e dos cuidados paliativos – acerca de temas como o valor dos recomeços, a aceitação da vulnerabilidade como força, a importância dos ciclos da vida, a preparação mental diante de cenários adversos e o papel da liderança em momentos de crise.</p>
<p>Com a pergunta “Se você não existisse, que falta faria?”, que estampa a capa de seu livro “Viver em paz para morrer em paz”, Cortella provocou uma reflexão sobre o sentido da vida. Ao citar a fala “A vida é muito curta para ser pequena” do político britânico Benjamin Disraeli, o professor reforçou a necessidade de ampliar horizontes e assumir escolhas com consciência. Cortella destacou ainda a persistência – que é diferente da teimosia – como uma força interior, lembrando a frase de Albert Schweitzer. Na perspectiva do teólogo alemão, a tragédia não é a morte física, e sim o que morre dentro do homem quando ele ainda está vivo.</p>
<p>Resiliência, superação, preparação, cobrança e cuidado pautaram as falas de Bernardinho, que trouxe a perspectiva e os aprendizados gerados pelo esporte. O técnico ressaltou que conquistas só são possíveis com dedicação contínua. “Cada dia que você deixa de treinar, é um dia a menos para se aproximar da realização do seu sonho”, acredita. Para ele, a excelência está no cotidiano, na constância e na frequência. “A preparação é a base para tudo. É no dia a dia que construímos consciência, consistência e capacidade de enfrentar os desafios que a vida vai trazer naturalmente”, afirma ele.</p>
<p>Já a Dra. Ana Claudia Quintana Arantes surpreendeu a plateia ao desconstruir a ideia de que o legado se limita à produção material. Segundo ela, o legado é antes de tudo a forma como se vive. “A gente pensa que legado é o que faz quando está ‘útil’, quando está produzindo. O que é legado, afinal? É o modo de viver que transmitimos aos outros, e isso inclui as pessoas que constroem conosco, como todos que fazem parte deste Instituto”, disse fazendo referência ao Instituto Jô Clemente (IJC), que completará 65 anos em 2026.</p>
<p><strong>Evento com impacto social</strong></p>
<p>“<strong>Eventos como este são essenciais para garantirmos a continuidade de nossos projetos e ampliarmos o nosso impacto social</strong>, especialmente diante do cenário desafiador de captação de recursos no terceiro setor. Contar com patrocinadores, apoiadores e com todas as pessoas que adquiriram o ingresso foi fundamental para alcançarmos o resultado desta grande noite beneficente”, explica Priscilla de Arruda Camargo, Gerente de Marketing, Comunicação e Captação de Recursos do IJC.</p>
<p>Os painelistas e a mediadora abdicaram integralmente de seus cachês em prol do Instituto, e o evento contou com o apoio fundamental de diversas empresas e parceiros, como: Teatro B32 (Patrocínio Safira); Adega Alentejana e Alliance (Patrocínio Bronze); Fantastic Brindes, Padaria Viana, Hospital Samaritano, RZK Digital, Feel Good, Verde Leasing – locação de móveis, Minalba (Apoiadores); além do apoio de mídia de RZK Digital e GMG (Gazeta Media Group Brasil) e Miro Arte. A plataforma oficial de vendas foi a Sympla.</p>
<p><strong>Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)</strong></p>
<p>O Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que, há 64 anos, promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.</p>
<p>O IJC apoia a Defesa de Direitos das pessoas com deficiência; dissemina conhecimento por meio de pesquisas científicas e inovação; fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, além de oferecer assessoria jurídica às famílias das pessoas que atende.</p>
<p>Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o laboratório do IJC é o maior do Brasil em número de exames realizados.</p>
<p>O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro de referência no tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho, como a Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo Congênito.</p>
<p>Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5080-7000 ou visite o <a href="https://ijc.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>site do IJC</u></a> (<a href="https://ijc.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ijc.org.br</u></a>), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples. <a href="https://linktr.ee/institutojoclemente?fbclid=PAZnRzaAOB2i9leHRuA2FlbQExAHNydGMGYXBwX2lkDzEyNDAyNDU3NDI4NzQxNAABp6P4k4ykmYE2SjvtaCrb2g2weVQNFoPPcj0s_q-9cHHx6mYVMbbQklr4U-LA_aem_4bX5ZebqshQdf2Gf7ajLzQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Aproveite para seguir o IJC nas redes sociais</u></a>.</p>
<p>Fonte: <a href="https://diariopcd.com.br/professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/">Diário PCD</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/diario-pcd-professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/">Diário PCD: Professor Cortella, Bernardinho e Dra. Ana Claudia Arantes lotam teatro em noite beneficente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/diario-pcd-professor-cortella-bernardinho-e-dra-ana-claudia-arantes-lotam-teatro-em-noite-beneficente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
