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	<title>Arquivo de Pandemia COVID-19 - ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</title>
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	<description>Um ecossistema de cuidado idealizado pela Dra. Ana Claudia Quintana Arantes para disseminar e atuar na prática e ensino de Cuidados Paliativos para pacientes, famílias e profissionais de saúde.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 28 Jun 2021 15:39:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Pandemia COVID-19 - ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</title>
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		<title>O Globo: Médica quer lei para liberar videochamadas de pacientes internados com Covid-19 e seus familiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 15:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No auge da segunda onda da pandemia no Brasil, a psicóloga Ana Paula dos Santos, de 36 anos, deparou-se com o pai e o irmão mais velho internados com Covid-19 ao mesmo tempo, com quadros de saúde piorando a cada dia. Também contaminada e isolada em sua casa em Mogi das Cruzes, no interior de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No auge da segunda onda da pandemia no Brasil, a psicóloga Ana Paula dos Santos, de 36 anos, deparou-se com o pai e o irmão mais velho internados com Covid-19 ao mesmo tempo, com quadros de saúde piorando a cada dia. Também contaminada e isolada em sua casa em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, ela esperava diariamente pelos boletins médicos enquanto tentava convencer a equipe de saúde do hospital a conversar com os familiares doentes.</p>
<p>No começo de abril, Ana Paula perdeu ambos para o coronavírus em um intervalo de dois dias. Do irmão, Fabio, Ana Paula não pôde se despedir. Para o pai, Claudionor, depois de bastante insistência, ela conseguiu dar o último adeus.</p>
<p>— Meu pai faleceu dois dias depois que fizemos uma videochamada com ele. Foi um acalento no coração, porque é muito difícil não ver, não falar, não ouvir a entonação da voz. Foi muito significativo para nós, porque sabíamos que aquela talvez seria a última vez — contou a psicóloga.</p>
<p>Leia a reportagem completa no site do jornal O Globo: <a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/medica-quer-lei-para-liberar-videochamadas-de-pacientes-internados-com-covid-19-seus-familiares-1-25078346" target="_blank" rel="noopener">https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/medica-quer-lei-para-liberar-videochamadas-de-pacientes-internados-com-covid-19-seus-familiares-1-25078346</a></p>
<p>Para saber mais sobre a Campanha Preciso dizer que te amo, acompanhe o perfil da Dra Ana Claudia no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/anaclauquintanaarantes/" target="_blank" rel="noopener">https://www.instagram.com/anaclauquintanaarantes/</a></p>
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		<title>Bom Dia Brasil: 500 mil mortes por Covid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 11:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 21 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes foi uma das entrevistadas do Bom Dia Brasil em reportagem sobre a marca de 500 mil mortes por COVID-19 no Brasil. Assista no Globo Play acessando este link: https://globoplay.globo.com/v/9621807/</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 21 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes foi uma das entrevistadas do Bom Dia Brasil em reportagem sobre a marca de 500 mil mortes por COVID-19 no Brasil.</p>
<p>Assista no Globo Play acessando este link: <a href="https://globoplay.globo.com/v/9621807/" target="_blank" rel="noopener">https://globoplay.globo.com/v/9621807/</a></p>
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		<title>Inumeráveis: aulas sobre o luto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 16:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em agosto de 2020, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes ministrou três palestras sobre o luto a pedido do Memorial Inumeráveis: o Silêncio, o Grito e a Música. As aulas foram feitas pelo Instagram da organização. Hoje, publicamos aqui as três aulas em vídeo para aqueles que não tiveram a oportunidade de assisti-las no ano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em agosto de 2020, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes ministrou três palestras sobre o luto a pedido do <a href="https://www.instagram.com/inumeraveismemorial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Memorial Inumeráveis</a>: o Silêncio, o Grito e a Música. As aulas foram feitas pelo Instagram da organização.</p>
<p>Hoje, publicamos aqui as três aulas em vídeo para aqueles que não tiveram a oportunidade de assisti-las no ano passado.</p>
<p><iframe title="Aula sobre Luto - O Silêncio - Dra Ana Claudia Arantes - para o Inumeráveis" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/mZtIGz4MP1Y?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.humanavida.com.br" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="Aula sobre Luto - O Grito - Dra Ana Claudia Arantes - para o Inumeráveis" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/fk-8Tp7aUic?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.humanavida.com.br" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="Aula sobre Luto - A Música - Dra Ana Claudia Arantes - para o Inumeráveis" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/S5S7zEs6XVk?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.humanavida.com.br" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/inumeraveis-aulas-sobre-o-luto/">Inumeráveis: aulas sobre o luto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Portal G1: Devemos conversar mais sobre a morte para viver uma vida que vale a pena, diz especialista em cuidados paliativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 18:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para cada vida que se vai, há um número de pessoas que vivenciam a perda. Um ano depois da primeira vítima, já se somam 362 mil mortos pela pandemia do coronavírus apenas no Brasil. Uma rápida olhada na timeline do Facebook e é possível ter a sensação de que o luto anda mais presente no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para cada vida que se vai, há um número de pessoas que vivenciam a perda. Um ano depois da primeira vítima, já se somam 362 mil mortos pela pandemia do coronavírus apenas no Brasil. Uma rápida olhada na timeline do Facebook e é possível ter a sensação de que o luto anda mais presente no nosso dia a dia.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">Ana Claudia Quintana Arantes, autora do livro &#8220;A morte é um dia que vale a pena viver&#8221; e referência em cuidados paliativos</span>, diz que o momento é de um grande choque. &#8220;As pessoas não conseguem chorar todas as mortes ao mesmo tempo. É uma certa incredulidade, você não acredita no que está acontecendo, não é possível&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela é médica formada pela USP com pós-graduação em psicologia. Sua especialidade está em cuidar de pacientes que não têm mais perspectiva de cura e precisam viver os dias que ainda restam da melhor maneira possível.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quintana Arantes conversou com o <strong>G1</strong> sobre a falta de uma despedida própria em tempos de funerais restritos a poucas pessoas, sobre conseguir abstrair o momento difícil e o processo de luto &#8211; que em algum momento da vida todos devem viver.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>G1 &#8211; Como lidar com essa constante sensação e referência à morte nesses tempos?</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Ana Claudia Quintana Arantes &#8211; </strong>O que eu posso te dizer é que a gente não tem escolha. Penso que o caminho para enfrentar isso é reconhecendo que está acontecendo. E, a partir desse conhecimento, tomar as devidas providências: qual lugar nós vamos ocupar dentro dessa escala de complexidade. Você quer ajudar ou você é uma das pessoas que precisam de ajuda? <span class="highlight highlighted">Ou ainda: você se considera capaz de ser alguém que vai atrapalhar, que vai piorar tudo isso? </span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>G1 &#8211; Há ainda aquelas pessoas que não têm conseguido se despedir, ter um ritual de despedida, por causa das restrições de funeral. </strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Quintana Arantes &#8211;</strong> Eu tenho ouvido muito isso também, mas deixa eu te dizer uma coisa: quando tiveram a oportunidade de se despedir, as pessoas não se despediam. Vamos partir desse princípio. Não é que virou agora a necessidade mundial de se despedir dos seus familiares que estão morrendo. Isso não existia antes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A situação da [falta de uma] despedida trouxe à tona uma <span class="highlight highlighted">falha do nosso dia a dia como seres humanos: a gente não conversa sobre a morte</span>. Se você conversasse com seu familiar sobre a morte, você saberia o que essa pessoa gostaria de viver ou não viver nesse momento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Você poderia ter falado com ela na hora da ida para o hospital: &#8220;Olha, faz sua parte, faz o melhor que você puder e eu vou fazer o melhor que eu puder daqui. Leva meu coração, meu amor com você, e eu vou ficar com seu amor comigo&#8221;. Não é exatamente uma despedida, mas é uma clareza da bagagem de mão que você está levando para essa internação.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Leia a entrevista completa acessando o Portal G1 (<a href="https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2021/04/15/devemos-conversar-mais-sobre-a-morte-para-viver-uma-vida-que-vale-a-pena-diz-especialista-em-cuidados-paliativos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a>).</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/portal-g1-devemos-conversar-mais-sobre-a-morte-para-viver-uma-vida-que-vale-a-pena-diz-especialista-em-cuidados-paliativos/">Portal G1: Devemos conversar mais sobre a morte para viver uma vida que vale a pena, diz especialista em cuidados paliativos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Jovem Pan: Não Pira, Respira &#8211; Entrevista sobre luto e cuidados paliativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 15 de abril, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes conversou com a jornalista Patrícia Calderón da Jovem Pan Fortaleza no Podcast &#8220;Não Pira, Respira&#8221;, episódio 37, sobre luto e cuidados paliativos. Vem ver a entrevista completa no YouTube.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/jovem-pan-nao-pira-respira-entrevista-sobre-luto-e-cuidados-paliativos/">Jovem Pan: Não Pira, Respira &#8211; Entrevista sobre luto e cuidados paliativos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 15 de abril, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes conversou com a jornalista Patrícia Calderón da Jovem Pan Fortaleza no Podcast &#8220;Não Pira, Respira&#8221;, episódio 37, sobre luto e cuidados paliativos.</p>
<p>Vem ver a <a href="https://youtu.be/Oc7WCQY7mlY" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entrevista completa no YouTube</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/jovem-pan-nao-pira-respira-entrevista-sobre-luto-e-cuidados-paliativos/">Jovem Pan: Não Pira, Respira &#8211; Entrevista sobre luto e cuidados paliativos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Folha Espírita: Por que precisamos falar sobre a morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2021 14:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A morte é um dia que vale a pena viver” é o título da palestra que tornou a dra. Ana Claudia Quintana Arantes conhecida do grande público. O vídeo dessa palestra, que tem o formato de TED Talk, tem quase três milhões de visualizações no YouTube. Essa mesma palestra foi transformada em livro, que já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">“A morte é um dia que vale a pena viver” é o título da palestra que tornou a dra. Ana Claudia Quintana Arantes conhecida do grande público. O vídeo dessa palestra, que tem o formato de TED Talk, tem quase três milhões de visualizações no YouTube. Essa mesma palestra foi transformada em livro, que já está na segunda edição pela editora Sextante – e permanece entre os mais vendidos e recomendados desde a primeira edição, em 2016.</p>
<p>Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela USP, com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da FMUSP. Fez pós-graduação em Psicologia – Intervenções em Luto, pelo Instituto 4 Estações de Psicologia, e especialização em Cuidados Paliativos, pelo Instituto Pallium e pela Universidade de Oxford. Sócia-fundadora da Associação Casa do Cuidar, Prática e Ensino em Cuidados Paliativo, atualmente atua como docente da The School of Life e da Casa do Saber, ministrando as aulas “Como lidar com a morte” e “Como ter melhores conversas”.</p>
<p>Nesta entrevista, ela defende que precisamos conversar sobre a morte de forma a lidar melhor com o luto e viver melhor. Não deixe de conhecer a íntegra desta entrevista no Podcast Folha Espírita, que tem como título <a href="https://open.spotify.com/episode/1XxXDwmFK0o0UwpZnrjOXr" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A morte é um dia que vale a pena viver</em>, disponível no Spotify</a>, Google Podcast, Apple Podcast e nas principais plataformas.</p>
<p><strong>Folha Espírita</strong> <strong>– A sua apresentação no TEDx da Faculdade de Medicina da USP, em 2013, que teve como tema “A morte é um dia que vale a pena viver”, conta hoje com quase três milhões de visualizações. O seu livro, que leva o mesmo título, é um sucesso de vendas. Por que que você acha que esse assunto atrai tanto público, desde profissionais da saúde até o público leigo?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia</strong> – Todo o trabalho da Medicina é voltado para evitar a morte, e eu penso que deveria ser garantir uma vida boa, que vale a pena viver, mas a gente tem milhares de procedimentos, técnicas, intervenções e tratamentos para adiar o dia da morte. Sofri resistência, inclusive, de uma editora para lançar o livro com este título, e eu disse, na época, que a capa do livro é uma triagem para quem tem coragem de ter uma vida que vale a pena viver. Para você ter coragem de ter uma vida que vale a pena investir, tem que entrar na sua cabeça que você morre e, aí sim, você vai entrar no eixo de consciência de uma vida que vale a pena você desenvolver ao longo do tempo que você está aqui.</p>
<p><strong>FE – A morte é um tabu ainda?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia</strong> – Tabu diz respeito a temas para os quais você tem escolha. Então existe o tabu do sexo, da sexualidade, das drogas, do casamento, do feminino, do masculino. Para a morte, não há escolha. Não tem essa de “eu sou contra”, ela deve ser encarada de frente. Não tem essa discussão se eu morrer, mas, sim, como vai, você não é ninguém na fila do pão para dizer “não quero morrer”. Nesse sentido, precisa haver uma mudança na Medicina e nos profissionais da saúde. A Medicina tem essa coisa do cuidar e achar que vai curar sempre, isso não existe. É necessário mudar, conversar sobre a morte, não vejo nenhuma forma de mudar uma sociedade, de mudar uma cultura que não seja pela educação. Precisamos falar sobre o fim de vida. Estou numa força tarefa hercúlea de levar essa necessidade do aprendizado sobre os cuidados paliativos para os médicos, para que na faculdade de Medicina tenham acesso a esse conhecimento, ao menos do discernimento do que pode ser feito, da identificação do paciente que se beneficia deste trabalho, uma abordagem que visa promover o alívio do sofrimento. Não é só no fim da vida que a gente sofre; os pacientes sofrem desde o momento em que têm um diagnóstico, sofrem durante todo o trajeto de uma enfermidade. Eu presido uma instituição que oferece esse aprendizado, que é a Associação Casa do Cuidar, Prática e Ensino em Cuidados Paliativos. Esse movimento de disseminação e ensino dos cuidados paliativos começa na ponta errada, que é a pós-graduação, o que torna um baita trabalho desestruturar todos os conceitos que foram colocados na mente desse médico que acha que pode tudo e que “no meu plantão ninguém morre”.</p>
<p><strong>FE – Sobre a questão da educação e o comentário anterior de que a gente não tem como discutir se vamos ou não vamos morrer, <em>O Evangelho segundo o Espiritismo</em> ensina que se pudéssemos olhar para a vida como se ela fosse infinita, mudar o nosso ponto de vista entendendo-a como eterna, muitos dos nossos sofrimentos seriam diferentes, inclusive a nossa maneira de lidarmos com a morte. Você acha que quando a gente compreender e discutir mais sobre a morte, a gente vai se aproximar dessas conquistas da alma, tornando a nossa vida mais leve e diferente?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia – </strong>Penso que com a dor a gente tem uma percepção mais crítica da eternidade. Pode reparar que quando você está muito alegre, muito feliz, quando você fica sozinho, você pensa: “ai, Meu Deus, tô até com medo que isso acabe”. Vamos pegar o exemplo dessas pessoas que estão agora com uma dor do luto, que não estão nem com energia de escutar, que estão agora em cima da cama, sem tomar banho, sem comer, querendo a morte, inclusive… Quando a gente está nesse sofrimento, temos a falsa noção de eternidade, é a noção que essa dor não vai passar. A nossa noção de eternidade é uma noção de eternidade do sofrimento, as pessoas não sabem lidar com isso porque a experiência concreta que nós temos de perceber a verdade da eternidade é na dor: essa dor não passa, o medo não passa, a angústia não passa, essa fase difícil da minha vida não passa, daí parece que ela é eterna. Tenho uma visão muito clara de que estamos aqui para aprender. Esse corpo é um uniforme para este aprendizado. Entramos aqui no pré-primário, o seu corpo é o seu uniforme para você frequentar as aulas nessa dimensão. Quando você morre é porque você pegou o diploma. Pode pegar o diploma aos 28 anos? Sim. Pode pegar o diploma quando recém-nascido? Sim, depende em que curso você se matriculou.</p>
<p>E nós não amamos o suficiente a ponto de perder as pessoas. Se a gente amasse o suficiente, a gente poderia perder porque tudo teria sido dito, tudo teria sido demonstrado, teria perdoado, teria sido feito tudo da melhor forma possível. Mas como a gente não ama o suficiente, a gente não consegue perder. Aí você sempre tem aquela sensação de que faltou viver alguma coisa no passado. É totalmente saudável uma dor do processo de luto em relação ao que você vai viver no futuro, no estilo “puxa, minha mãe não vai ver minha filha se formar”, mas eu não posso dizer “se eu tivesse viajado com a minha mãe…” Você precisa ter uma dor da perda de futuro, isso é legítimo.</p>
<p><strong>FE – Temos inúmeras pesquisas de universidades em todo o mundo sobre as experiências de quase morte e as visões no leito de morte. A ciência já não teria indícios suficientes para acreditar na vida após a morte? Aliás, você acredita na vida após a morte?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia –</strong> Temos evidências de continuidade do processo de consciência, evidência de que a consciência permanece, apesar da morte. Com relação a eu acreditar em vida após a morte, vou te responder como faço com todo mundo: não é da minha conta. Se tem vida depois da morte, eu estou bastante ocupada aqui para não precisar desperdiçar meu tempo de vida pensando no que vai acontecer depois, porque não é da minha conta, não é da minha alçada, tem gente responsável por isso. Se eu estou nesse envelope, com esse uniforme, minha alma aqui neste mundo tem um propósito de aprendizado e vou me ocupar disso. Vou viver aquilo que é que considero como uma experiência humana valiosa para minha alma aqui, esse é o meu propósito, fazer o melhor agora. Então essa a visão da vida depois da morte precisa ser um pouco mais madura. Vamos combinar que não tem essa história mais de você desperdiçar tempo tentando entender o pensamento de Deus, não temos <em>software</em> para isso, como Deus pensa não é da sua conta e Ele é quem sabe, porque não tem ninguém mais competente que Ele.</p>
<p><strong>FE – A dra. Elisabeth Kübler-Ross, pioneira do movimento de cuidados paliativos na Inglaterra, traz uma reflexão em que deveríamos discutir sobre a morte com as crianças ainda em tenra idade. Você acha que essa prática ajudaria as pessoas a lidarem melhor com a morte na fase adulta? Como que nós poderíamos introduzir esse aprendizado sobre a finitude das vidas com as crianças?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia</strong> – A gente já nasce sabendo lidar com a morte; as crianças sabem lidar com o sofrimento e com a morte muito melhor do que os adultos. Nós desestruturamos a sabedoria nata do ser humano com a nossa educação ocidental. Então você poupa a criança do adoecimento e morte da mãe, por exemplo. E quando isso acontece, elas vão precisar do suporte ao luto quando adultos. Tenho pacientes de 40, 50 anos que perderam a mãe quando tinham 5 anos e até hoje não se deram conta disso, porque alguém na família decidiu que as crianças não podem ir ao funeral, as crianças não podem saber que o amado delas está morrendo. Você quer saber como a criança pensa, vai no quintal de casa, procura uma minhoca morta e pede para ela contar a história dela, ou de uma folha que caiu e está lá sequinha. A natureza está aí para ensinar, aprenda com a natureza, essa condição de cegueira é absurda, pois se fecha os olhos para o óbvio: a criança sabe intuitivamente o que é a morte.</p>
<p>Há um estudo interessante feito com recém-nascidos e outro com bebês com 14 meses. Se um recém-nascido escuta o choro de um outro recém-nascido, ele chora. O outro com crianças de 1 ano e 2 meses, mostra que se um bebê chora, o outro vai andando em sua direção para ver o que está acontecendo, é muito bonito. Mas você vai no shopping passear com seu filho e uma criança no carrinho chora, ele quer ir lá e você fala “não, ele tem mãe, deixa, não é problema seu”. Daí a gente cresce achando que a pessoa que sofre não é só um problema nosso. A gente já veio com a compaixão instalada de fábrica, a visão compassiva do sofrimento do outro e que você pode ajudá-lo a superar. Uma criança de 1 ano e 2 meses não tem pós-graduação em Psicologia, não sabe Medicina, não é voluntária nem religiosa, mas sabe disso intuitivamente, só que a nossa educação desestrutura, desensina.</p>
<p><strong>FE – Voltando agora para o assunto do momento, a pandemia. Você vem desenvolvendo vários cursos e conversas sobre a morte nos últimos anos. A procura aumentou nos últimos tempos?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia –</strong> Sim, as pessoas querem ouvir, querem um espaço seguro para conversar sobre a morte. Quando você busca este contato no momento em que você não está em sofrimento, você transforma a sua vida em algo mais leve porque você já falou sobre a parte mais difícil, todo o resto fica mais fácil. Por isso que é importante você falar sobre o fim da vida: as coisas que vão ficar muito mais fáceis de serem resolvidas quando você olha para sua morte. A morte não pode ser vista como uma saída, se você pensa na sua morte como uma saída, você precisa de ajuda, de terapia. A morte é uma não condição absolutamente protetora da vida, não é ameaçadora. Ela protege a vida porque põe um limite. Toda mãe que põe limite educa melhor. Então, a morte protegendo a gente, protegendo a nossa vida com este limite, faz com que a gente se realmente se dedique para aquele aprendizado dentro da vida. As aulas na escola da vida têm começo, meio e fim. Então todo sofrimento que você está passando vai passar também, porque nenhum dia, por mais difícil que seja, dura mais de 24 horas. Então se hoje está muito difícil, ele vai virar ontem, semana passada, ano passado, quando eu era pequeno e assim por diante.</p>
<p><strong>FE – Que conselhos que você daria para as pessoas que estão vivendo um luto neste momento? Não são poucas as pessoas que se foram, e os familiares não estão tendo tempo de se despedir.</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia –</strong> Não há o que ser dito. Nós precisamos fazer silêncio, sustentar nossa presença e a nossa companhia. É compaixão, é você estar ao lado e oferecer o teu coração como fonte de apoio. E para você oferecer o teu coração como fonte de apoio, teu coração tem que estar leve. Então talvez o meu pedido vai para quem não perdeu ninguém nesta pandemia: não abuse da sorte se arriscando nem arriscando alguém que você ama. Quem não perdeu ninguém é quem vai poder ajudar de fato as pessoas que estão vivendo esse processo, porque que não há palavra que possa aliviar essa dor.</p>
<p><strong>FE – Você sempre diz que morremos só uma vez e que a gente não pode dar vexame. O que quer dizer com isso?</strong></p>
<p><strong>Ana Cláudia</strong> – Tem muita gente que acredita na vida depois da morte, aí eu digo para essas pessoas que nesta vida aqui, eu, como Ana Cláudia, só tenho essa. Pode ser que meu Espírito tenha vindo um monte de vezes antes, venha um monte de vezes depois, mas, como eu disse, não é da minha conta, pelo menos não da minha consciência. Como Ana Claudia, eu só vou morrer uma vez, então a gente tem que se preparar para isso. Você não pode dar um vexame na última festa da sua vida, porque a sua morte é sua última festa, você não pode estar despreparado e passar vergonha. Você já foi um casamento vestindo shorts? É um vexame… As pessoas olham o céu, veem as nuvens pretas e falam assim: “nossa, vai chover”, mas não levam guarda-chuva! Está trovejando, aquele clima pesado, você olha isso e fala que não, vai dar tudo certo, Deus vai me ajudar e não vai chover… Isso é vexame! Outra coisa que é vexame: as coisas estão acontecendo com você, você fica fazendo um monte de orações pedindo para Deus mudar de ideia… É como estivesse dizendo: “o Senhor se enganou, não era comigo, essa conta veio errada, em endereço errado, vou devolver para o remetente”. Deus não erra! Se está acontecendo com você, a conta é sua! Não é uma fatura que vai ser paga, mas é uma conta que vai ser vivida. Então quando eu fizer oração, peça a Deus a gentileza de oferecer os parâmetros necessários de apoio, peça que a Misericórdia Divina possa te dar condições de passar por isso, de você sair pela porta da frente e cumprir a sua missão na Terra. Você precisa ter coragem para seguir em frente e se responsabilizar pela diferença que você vai fazer no mundo! A gente tem que ter consciência de que nós temos que fazer esse mundo melhor depois que a gente passar por ele!</p>
<p class="has-normal-font-size"><strong>Fonte: </strong><em>A morte é um dia que vale a pena viver</em></p>
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<div><a href="https://www.folhaespirita.com.br/jornal/por-que-precisamos-falar-sobre-a-morte/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entrevista publicada na Folha Espírita</a></div>
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		<title>Jovem Pan: Documentário ‘Pausa: O Intervalo do Mundo’ estreia nesta sexta-feira no Panflix</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 18:07:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzido em parceria pelo Grupo Jovem Pan e a Drover Filmes, o documentário “Pausa: O Intervalo do Mundo” estreia nesta sexta-feira, 5, às 10h, no Panflix e no YouTube (canais Jovem Pan News e Jovem Pan Entretenimento). O filme foi idealizado, corroteirizado e narrado pelo escritor e jornalista Patrick Santos, que trabalhou na Jovem Pan [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzido em parceria pelo <strong>Grupo Jovem Pan</strong> e a Drover Filmes, o documentário <strong>“Pausa: O Intervalo do Mundo”</strong> estreia nesta sexta-feira, 5, às 10h, no <a href="https://www.panflix.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Panflix</strong></a> e no YouTube (canais Jovem Pan News e Jovem Pan Entretenimento). O filme foi idealizado, corroteirizado e narrado pelo escritor e jornalista Patrick Santos, que trabalhou na Jovem Pan por duas décadas. A ideia começou a tomar formas em 2018, num momento em que Patrick se encontrava desgastado e fazia reflexões sobre a forma de viver. Dois anos depois, o <a href="https://jovempan.com.br/tag/coronavirus"><strong>coronavírus</strong></a> impôs ao mundo uma transformação forçada e mostrou que era hora de parar o relógio para um longo intervalo. O jornalista, então, decidiu tirar a ideia do papel. “Não foi à toa que o mundo parou. Trânsito nas ruas, aeroportos lotados, poluição e estresse. Viciados na pressa, nós já estávamos absortos em rotinas estafantes e muitas vezes sem sentido. Precisávamos parar. ‘Pausa’ reflete justamente sobre isso: o que estamos fazendo de nossas vidas? Será que não está na hora de olharmos um pouco mais para dentro de nós, de buscar uma vida mais interior?”, questiona. “Se o mundo corporativo hoje tem um desafio, ele tem a ver com gestão de pessoas: nós todos e cada um de nós precisamos de tempo, tempo de escuta, tempo de reflexão e tempo para viver nossa essência, dentro e fora do trabalho.”</p>
<p>O documentário traz uma série de depoimentos sobre os aprendizados da pandemia que Patrick colheu nas entrevistas que comandou para o podcast <a href="https://jovempan.com.br/podcasts/programas/45-do-primeiro-tempo"><strong>“45 do Primeiro Tempo”</strong></a> — também o nome do seu livro, lançado em 2019. “O filme está lindo, tem muita sensibilidade. É uma obra importante para os dias atuais”, disse o rabino Nilton Bonder, que, em sua participação, destacou o momento em que vivemos. “Muitos chamam de um repensar econômico, mas acima de tudo vivemos um repensar civilizatório”, completa Bonder. O criador de conteúdo Márcio Libar, que também participou com depoimentos no filme, espera que “este material vá para o mundo e chegue para quem merece e precisa”. Também estão presentes no documentário o navegador Amyr Klink, a médica Ana Claudia Quintana Arantes, o surfista Carlos Burle, o arquiteto Ciro Pirondi, o sociólogo Domenico De Masi, o teólogo Ed René Kivitz, o advogado José Garcez Girardi, a jornalista Leila Ferreira, a professora Lucia Helena Galvão, a escritora Lya Luft, o físico e astrônomo Marcelo Gleiser, o professor Milton Hatoum, Monja Coen, o palestrante Murilo Gun, o psicólogo Rossandro Klingey, o cientista Stevens Rehen, o músico Tony Bellotto e o alpinista Waldemar Niclevicz. O roteiro teve a colaboração de Bianca de Oliveira.</p>
<h3><strong>Ficha técnica</strong></h3>
<p><strong>Uma produção de</strong><br />
Panflix e Drover Filmes</p>
<p><strong>Direção geral</strong><br />
Patrick Santos</p>
<p><strong>Direção de fotografia</strong><br />
João Pedro Cagnin</p>
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</div>
<p><strong>Montagem</strong><br />
Bianca de Oliveira<br />
Bene-Hur Pessoa</p>
<p><strong>Produção</strong><br />
Patrick Santos<br />
Bianca de Oliveira</p>
<p><strong>Roteiro<br />
</strong>Patrick Santos<br />
Bianca de Oliveira</p>
<p><strong>Direção e edição de imagens<br />
</strong>Bene-Hur Pessoa</p>
<p><strong>Sound designer<br />
</strong>Bene-Hur Pessoa</p>
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</div>
<p><strong>Assistente de produção</strong><br />
Fernanda Cyon</p>
<p><strong>Arte<br />
</strong>Bene-Hur Pessoa</p>
<p><strong>Câmeras</strong><br />
João Pedro Cagnin</p>
<p><strong>Iluminação<br />
</strong>João Pedro Cagnin</p>
<p><strong>Áudio</strong><br />
João Pedro Cagnin</p>
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</div>
<p><strong>Produção executiva</strong><br />
Derek Flores<br />
Marcelo Mainardi Filho</p>
<p><strong>Música final</strong><br />
“Quando Eu Voltar a Viver”</p>
<p><strong>Composição e voz </strong><br />
Carla Franco</p>
<p><strong>Arranjo, violão e cavaco </strong><br />
Gabriel Deodato</p>
<p><strong>Percussão e voz </strong><br />
Everton Reis</p>
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		<title>SOS Manaus &#8211; Ajudar quem ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 12:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 18 de janeiro, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou de uma conversa aberta, organizada pela Casa do Cuidar, sobre as demandas dos profissionais de saúde num dos piores momentos da pandemia Covid-19. Essa conversa contou com a participação de profissionais da saúde de Manaus e pessoas envolvidas em ações solidárias. A iniciativa desta [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/sos-manaus-ajudar-quem-ajuda/">SOS Manaus &#8211; Ajudar quem ajuda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 18 de janeiro, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou de uma conversa aberta, organizada pela <a href="https://www.casadocuidar.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Casa do Cuidar,</a> sobre as demandas dos profissionais de saúde num dos piores momentos da pandemia Covid-19. Essa conversa contou com a participação de profissionais da saúde de Manaus e pessoas envolvidas em ações solidárias.</p>
<p>A iniciativa desta conversa partiu do grupo de alunos do <a href="https://avancado.casadocuidar.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curso Avançado Multidisciplinar em Cuidados Paliativos</a>, turma 1 da modalidade totalmente a distância. Também participam do projeto os alunos das 3 turmas do <a href="https://compassiva.casadocuidar.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curso De Comunicação Compassiva</a>.</p>
<p>Nesta iniciativa, a Casa do Cuidar está compartilhando gratuitamente, apenas para profissionais da saúde registrados, estas aulas que são partes integrantes do Curso Avançado Multiprofissional em Cuidados Paliativos. As duas aulas fazem parte do Módulo 2 do curso, com o tema: Comunicação e Tempos de Crise. O acesso pode ser feito exclusivamente por profissionais da saúde, mediante cadastro com número de registro (CRM, Crefito, Coren):</p>
<p>Aula 4 – Sintomas Respiratórios (Ana Claudia Arantes e Mauricio Ruiz Aguilar)<br />
Aula 7 – Sedação Paliativa (Henrique Grigio)<br />
Página para acesso: <a href="https://www.casadocuidar.org.br/sintomas-respiratorios-e-sedacao-paliativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.casadocuidar.org.br/sintomas-respiratorios-e-sedacao-paliativa/</a></p>
<p>Formulário de inscrição para se candidatar como voluntário: <a href="https://forms.gle/cYithNjVC8EeTyhR7" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://forms.gle/cYithNjVC8EeTyhR7</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/sos-manaus-ajudar-quem-ajuda/">SOS Manaus &#8211; Ajudar quem ajuda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Palestra: O que o ano de 2020 representou para os Cuidados Paliativos e o que esperamos para 2021</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/palestra-o-que-o-ano-de-2020-representou-para-os-cuidados-paliativos-e-o-que-esperamos-para-2021/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 12:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não conseguiu acompanhar a palestra que a Dra Ana Claudia Quintana Arantes fez no dia 13 de janeiro? Veja a íntegra disponível no link abaixo: https://cursosead.casadocuidar.org.br/palestracp2021/?fbclid=IwAR2uYqSoIaSm90riT1LI4x7ErM6zRGWNNr3bNKNC3J1WxRAZvflOpQBgtAc</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/palestra-o-que-o-ano-de-2020-representou-para-os-cuidados-paliativos-e-o-que-esperamos-para-2021/">Palestra: O que o ano de 2020 representou para os Cuidados Paliativos e o que esperamos para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não conseguiu acompanhar a palestra que a Dra Ana Claudia Quintana Arantes fez no dia 13 de janeiro? Veja a íntegra disponível no link abaixo:</p>
<p>https://cursosead.casadocuidar.org.br/palestracp2021/?fbclid=IwAR2uYqSoIaSm90riT1LI4x7ErM6zRGWNNr3bNKNC3J1WxRAZvflOpQBgtAc</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/palestras/palestra-o-que-o-ano-de-2020-representou-para-os-cuidados-paliativos-e-o-que-esperamos-para-2021/">Palestra: O que o ano de 2020 representou para os Cuidados Paliativos e o que esperamos para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Um Brasil: O distanciamento emocional aprofunda a dor do luto</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/um-brasil-o-distanciamento-emocional-aprofunda-a-dor-do-luto/</link>
					<comments>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/um-brasil-o-distanciamento-emocional-aprofunda-a-dor-do-luto/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 15:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A profundidade da dor pela morte de alguém amado revela o quanto havia de amor naquela relação. Não obstante, quem está em luto, enquanto tenta se reconstruir, ainda se vê tendo de impedir que a tristeza transpareça, em função do distanciamento emocional das outras pessoas – agravado, de certo modo, durante a pandemia do novo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="primary-cli cli cli-text ">
<p>A profundidade da dor pela morte de alguém amado revela o quanto havia de amor naquela relação. Não obstante, quem está em <strong>luto</strong>, enquanto tenta se reconstruir, ainda se vê tendo de impedir que a tristeza transpareça, em função do distanciamento emocional das outras pessoas – agravado, de certo modo, durante a pandemia do novo <strong><a role="link" href="http://www.huffpostbrasil.com/news/coronavirus" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer" data-ylk="subsec:paragraph;itc:0;cpos:1;pos:1;elm:context_link">coronavírus</a></strong> –, de acordo com a médica geriatra e sócia-fundadora da Casa do Cuidar, Ana Claudia Quintana Arantes.</p>
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<p>Em entrevista ao UM BRASIL, uma realização da FecomercioSP, ela explica que “quando perdemos alguém, temos a impressão de que a nossa vida foi embora” com a pessoa amada, de modo que o enlutado “perde o parâmetro em relação à sua própria importância no mundo”.</p>
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<p>Além disso, Ana Claudia esclarece que quem está em luto espera que a sua dor seja reconhecida. Contudo, aponta que “as pessoas, quanto mais distanciadas emocionalmente, menos podem participar da reconstrução” de quem é atingido por uma perda – o que serve de paralelo para entender o fato de tantas pessoas continuarem saindo às ruas enquanto o País registra, dia após dia, um número elevado de mortes por covid-19.</p>
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<p>A frieza em relação ao sofrimento alheio também se expressa na legislação, que concede ao enlutado 3 dias de licença do trabalho somente nos casos de morte de pai, mãe, marido, esposa e filhos – perda de irmão, por exemplo, não está incluída.</p>
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<p>Especialista em Intervenções em Luto e Cuidados Paliativos – área da medicina que promove uma abordagem multidimensional para as pessoas com doenças que ameaçam a continuidade da vida –, Ana Claudia avalia que a sociedade, por ser movida a produção, não entendeu que quem está em luto não produz, além de condenar quem demonstra tristeza. Além disso, ela explica que a consequência da morte de alguém amado não se resume à tristeza.</p>
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<p>“O processo de luto não é uma escolha, não é uma questão de maturidade emocional ou de habilidades cognitivas. O processo de luto é fundamentado na estrutura humana. Dos pontos de vista biológico e orgânico, você tem menor produção de todas as substâncias necessárias para o seu sistema imunológico funcionar bem; você tem, do ponto de vista cognitivo, uma queda de atenção, você vive mais tempo do lado de dentro, perto da sua dor, do que do lado de fora, então, aumenta-se o risco de acidentes.”</p>
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<p>Em função das dificuldades impostas pela pandemia, Ana Claudia avalia que qualquer morte nesse período – por covid-19 ou qualquer outro motivo – é “desamparada afetivamente”. Com isso, ela deixa um recado às pessoas que estão vivenciando um processo de luto: “Se essa perda tem muita dor, é porque tinha muito amor. Se tinha muito amor, você precisa honrar essa história se reconstruindo. Não é justo para uma história de amor fazer a pessoa que fica ser o espelha da destruição”, destaca a médica.</p>
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<p><em>*Entrevista gravada em 12 de junho de 2020.</em></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.huffpostbrasil.com/entry/distanciamento-emocional-aprofunda-a-dor-do-luto_br_5f372d51c5b65bbd8c8d5f50" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Um Brasil</a>.</p>
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		<title>Canal Vovó Nilva: Os Lutos da COVID-19</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 14:52:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornalista Fernando Aguzzoli conversou com a Dra Ana Claudia Quintana Arantes sobre os lutos da Covid-19 e essa conversa está disponível no YouTube. Confira no Canal Vovó Nilva! O Canal Vovó Nilva &#8211; Por Fernando Aguzzoli reúne entrevistas descontraídas com especialistas de diversas áreas para auxiliar no cuidado multidisciplinar do paciente com Alzheimer. Além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Fernando Aguzzoli conversou com a Dra Ana Claudia Quintana Arantes sobre os lutos da Covid-19 e essa conversa está disponível no YouTube. Confira no Canal Vovó Nilva!</p>
<p><em>O Canal Vovó Nilva &#8211; Por Fernando Aguzzoli reúne entrevistas descontraídas com especialistas de diversas áreas para auxiliar no cuidado multidisciplinar do paciente com Alzheimer. Além de ouvir as orientações de médicos, é possível conferir diversas dicas práticas, podendo trazer, ainda mais qualidade de vida ao paciente.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é mais importante na vida? Prof Lúcia Helena conversa com a Dra. Ana Cláudia Quintana</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 13:11:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O canal de YouTube NOVA ACRÓPOLE BRASIL apresenta diálogo filosófico entre a professora Lúcia Helena e a Dr.a Ana Cláudia Quintana Arantes, sobre as lições de vida que podemos aprender com o confronto com a morte. A live aconteceu no Instagram no dia 28 de julho e agora está com o vídeo disponível também no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O canal de YouTube <a href="https://www.youtube.com/channel/UCAMO_xP86YB4FSHD1Mi_GpA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">NOVA ACRÓPOLE BRASIL</a> apresenta diálogo filosófico entre a professora Lúcia Helena e a Dr.a Ana Cláudia Quintana Arantes, sobre as lições de vida que podemos aprender com o confronto com a morte. A live aconteceu no Instagram no dia 28 de julho e agora está com o vídeo disponível também no <a href="https://youtu.be/q1vZ_zubkFg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">YouTube</a>.</p>
<p>Vem conferir que foi incrível!</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/o-que-e-mais-importante-na-vida-prof-lucia-helena-conversa-com-a-dra-ana-claudia-quintana/">O que é mais importante na vida? Prof Lúcia Helena conversa com a Dra. Ana Cláudia Quintana</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>TAB UOL: Carpe diem é lotar bares e ruas na pandemia? O que a expressão significa</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 13:28:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Carpe diem&#8221; já marcou tendências de tatuagem, perfume, música, filme, camiseta, bar, balada &#8212; e filosofia. Em tempos de pandemia, uma filosofia antiga, atual e polêmica. Na sexta-feira, 13 de março, dois dias depois da declaração de pandemia de Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde, festas eletrônicas, casas de swing e bares continuaram abertos, indiferentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Carpe diem&#8221; já marcou tendências de tatuagem, perfume, música, filme, camiseta, bar, balada &#8212; e filosofia. Em tempos de pandemia, uma filosofia antiga, atual e polêmica. Na sexta-feira, 13 de março, dois dias depois da declaração de pandemia de Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde, festas eletrônicas, casas de swing e bares continuaram abertos, indiferentes aos riscos do vírus Sars-Cov-2, como relatou a repórter Marie Declercq, do TAB.</p>
<p>&#8220;Todo mundo sai e foda-se, porque o mundo vai acabar de qualquer maneira&#8221;, definiu à época o empresário Facundo Guerra, do Vegas, sobre a vibe viver &#8220;como se não houvesse amanhã&#8221; no último fim de semana &#8220;pré-realidade&#8221;, isto é, às vésperas das diretrizes de isolamento no Brasil &#8212; que mal começaram em março e já podem ter terminado, como indica a reabertura das principais cidades do país, o segundo maior número mundial de mortes por Covid-19. Também foram registradas festas como &#8220;coronafest&#8221; (onde participantes pretendem contrair intencionalmente o vírus, na expectativa de conquistar a imunidade) ou &#8220;covid parties&#8221; (festas temáticas tentando &#8220;fazer dos limões uma limonada&#8221;). Depois, foram as &#8220;escapadinhas&#8221; para transar na quarentena, como reportou Tiago Dias, do TAB. Por trás dessas escapadelas, está um vestígio da ideia de que, já que a morte é o &#8220;destino de todo mundo&#8221;, &#8212; como relativizou o presidente Jair Bolsonaro, ao lamentar a ultrapassagem da marca de 30 mil mortos no Brasil &#8211;, é melhor viver intensamente o agora como se esse fosse o último dia antes do apocalipse. Ou, como diz o clichê, &#8220;não deixe para amanhã o que pode fazer hoje&#8221;.</p>
<p><strong>Carpe diem, então?</strong><br />
&#8220;Carpe diem&#8221; é um dos lemas mais antigos da história ocidental. Cristalizada pelo poeta romano Horácio (65-8 a.C.) — &#8220;colhe o dia, e deixa o menos possível para amanhã&#8221; — diz a tradução moderna dos versos —, a expressão latina foi popularizada ao longo da história, traduzida comumente como &#8220;aproveite o dia&#8221;. Aliás, não só popularizada, mas &#8220;sequestrada&#8221;.</p>
<h3>Leia o conteúdo completo dessa publicação, que conta com participação da Dra Ana Claudia Quintana Arantes, <a href="https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/07/05/mundo-pos-pandemia-o-que-a-filosofia-carpe-diem-pode-ensinar-no-seculo-21.htm?fbclid=IwAR3lgV25Jp8C53bH3UvZKMzbV68U2WgNs9SSdLn_QJ8Ye7tSGmU2Bz3yma4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acessando a página TAB UOL clicando aqui</a>.</h3>
<p>Fonte: TAB UOL. <em>Juliana Sayuri</em>. <em>Colaboração para o TAB, de Toyohashi (Japão)</em></p>
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		<title>Live HUOP: Cuidando de Quem Cuida com Dra Ana Claudia Quintana Arantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 18:18:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 27 de junho, a Dra Ana Cláudia Quintana Arantes participou da live Cuidando de Quem Cuida, promovida pela equipe da linha de frente da Ala Covid-19 do Hospital Universitário do Oeste do Paraná &#8211; HUOP. O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível na página do Facebook do hospital: https://www.facebook.com/hospitalhuopcascavel/videos/290194812100392</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 27 de junho, a Dra Ana Cláudia Quintana Arantes participou da live Cuidando de Quem Cuida, promovida pela equipe da linha de frente da Ala Covid-19 do Hospital Universitário do Oeste do Paraná &#8211; HUOP.</p>
<p>O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível na página do Facebook do hospital: <a href="https://www.facebook.com/hospitalhuopcascavel/videos/290194812100392">https://www.facebook.com/hospitalhuopcascavel/videos/290194812100392</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/live-huop-cuidando-de-quem-cuida-com-dra-ana-claudia-quintana-arantes/">Live HUOP: Cuidando de Quem Cuida com Dra Ana Claudia Quintana Arantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>GNT Papo de Segunda</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2020 14:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 22 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou do Papo de Segunda, no canal GNT, falando sobre o luto em tempo de Covid-19. Vem ver o programa completo clicando no link abaixo. A participação da Dra Ana começa em 45 minutos. Papo de Segunda: globosatplay.globo.com/gnt/v/8647748/</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira, dia 22 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou do Papo de Segunda, no canal GNT, falando sobre o luto em tempo de Covid-19.</p>
<p>Vem ver o programa completo clicando no link abaixo. A participação da Dra Ana começa em 45 minutos.</p>
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<h3 class="share__subtitle"><a href="http://globosatplay.globo.com/gnt/v/8647748/">Papo de Segunda: globosatplay.globo.com/gnt/v/8647748/</a></h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3399" src="https://www.humanavida.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020.png" alt="" width="732" height="488" srcset="https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020.png 732w, https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020-600x400.png 600w, https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020-300x200.png 300w, https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020-696x464.png 696w, https://www.acqa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/papo-segunda-2020-630x420.png 630w" sizes="(max-width: 732px) 100vw, 732px" /></p>
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<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/gnt-papo-de-segunda/">GNT Papo de Segunda</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Canal  Um Brasil: Indiferença com a pandemia aprofunda dor de quem vive luto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 17:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A profundidade da dor pela morte de alguém amado revela o quanto havia de amor naquela relação. Não obstante, quem está em luto, enquanto tenta se reconstruir, ainda se vê tendo de impedir que a tristeza transpareça, em função do distanciamento emocional das outras pessoas – agravado, de certo modo, durante a pandemia de coronavírus [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/canal-um-brasil-indiferenca-com-a-pandemia-aprofunda-dor-de-quem-vive-luto/">Canal  Um Brasil: Indiferença com a pandemia aprofunda dor de quem vive luto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A profundidade da dor pela morte de alguém amado revela o quanto havia de amor naquela relação. Não obstante, quem está em luto, enquanto tenta se reconstruir, ainda se vê tendo de impedir que a tristeza transpareça, em função do distanciamento emocional das outras pessoas – agravado, de certo modo, durante a pandemia de coronavírus –, de acordo com a médica geriatra e sócia-fundadora da Casa do Cuidar, Ana Claudia Quintana Arantes.</p>
<p>Em entrevista ao UM BRASIL, gravada em 12 de junho de 2020 e uma realização da FecomercioSP, ela explica que “quando perdemos alguém, temos a impressão de que a nossa vida foi embora” com a pessoa amada, de modo que o enlutado “perde o parâmetro em relação à sua própria importância no mundo.”</p>
<p>Saiba mais acessando as redes sociais do Canal Um Brasil no Facebook, Instagram, Twitter e YouTube: <a href="https://youtu.be/ML8LIQNph3s" target="_blank" rel="noopener noreferrer">@canalumbrasil</a></p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/canal-um-brasil-indiferenca-com-a-pandemia-aprofunda-dor-de-quem-vive-luto/">Canal  Um Brasil: Indiferença com a pandemia aprofunda dor de quem vive luto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Live no Canal da Fiocruz Brasília</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:46:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 3 de junho, no Canal YouTube da Fiocruz – Fundação Osvaldo Cruz, aconteceu a aula “Quarentena na COVID-19 e Recomendações aos trabalhadores e cuidadores de Idosos”. O evento online faz parte do Curso Nacional de Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Covid-19 e teve a participação da Dra Ana Claudia Quintana Arantes, juntamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 3 de junho, no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=qff6zO28xi0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal YouTube da Fiocruz – Fundação Osvaldo Cruz</a>, aconteceu a aula “Quarentena na COVID-19 e Recomendações aos trabalhadores e cuidadores de Idosos”.</p>
<p>O evento online faz parte do Curso Nacional de Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Covid-19 e teve a participação da Dra Ana Claudia Quintana Arantes, juntamente com outros convidados.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/live-no-canal-da-fiocruz-brasilia/">Live no Canal da Fiocruz Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>Live sobre Luto Coletivo no Canal Prosa Press</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2020 21:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 5 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou de live sobre Luto Coletivo no Canal Prosa Press do YouTube, no Projeto Inovar é um Parto. &#8220;Ainda que você não tenha perdido nenhum parente ou amigo para a Covid-19, é inegável que todos nós estamos vivendo um LUTO COLETIVO. É um estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de junho, a Dra Ana Claudia Quintana Arantes participou de live sobre Luto Coletivo no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=SGBwrVhSna8&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Prosa Press do YouTube</a>, no Projeto Inovar é um Parto.</p>
<p>&#8220;Ainda que você não tenha perdido nenhum parente ou amigo para a Covid-19, é inegável que todos nós estamos vivendo um LUTO COLETIVO. É um estado provocado pelo crescente número de mortes que acompanhamos no noticiário diariamente e também pela ruptura de uma realidade que não recuperaremos mais.</p>
<p>A vida que tínhamos antes, em muitos aspectos, será diferente da que desfrutaremos depois do Coronavírus. É o tal do Novo Normal que está nascendo. No período da quarentena, estamos elaborando esse sentimento conectados virtualmente.</p>
<p>As famílias que estão enterrando as vítimas da pandemia, usam a internet para o ritual de despedida e transformam o encontro online numa celebração da vida.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Canal YouTube Mariana Ferrão: Como lidar com o luto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 21:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 15 de maio, a jornalista Mariana Ferrão conversou sobre os desafios de enfrentar o luto, principalmente durante a pandemia de COVID-19. Os entrevistados foram a Dra Ana Claudia Quintana Arantes e Tom Almeida, do Movimento inFINITO. Veja o vídeo na íntegra no Canal YouTube da Mariana Ferrão.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/canal-youtube-mariana-ferrao-como-lidar-com-o-luto/">Canal YouTube Mariana Ferrão: Como lidar com o luto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 15 de maio, a jornalista Mariana Ferrão conversou sobre os desafios de enfrentar o luto, principalmente durante a pandemia de COVID-19. Os entrevistados foram a Dra Ana Claudia Quintana Arantes e Tom Almeida, do Movimento inFINITO.</p>
<p>Veja o vídeo na íntegra no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=KmWrzyHp1fA&amp;feature=youtu.be" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal YouTube da Mariana Ferrão</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/canal-youtube-mariana-ferrao-como-lidar-com-o-luto/">Canal YouTube Mariana Ferrão: Como lidar com o luto?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Encontro com Fátima Bernardes &#8211; Médica fala sobre enfrentar o luto em tempos de coronavírus: &#8216;Não podemos ser prisioneiros da dor&#8217;</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/encontro-com-fatima-bernardes-medica-fala-sobre-enfrentar-o-luto-em-tempos-de-coronavirus-nao-podemos-ser-prisioneiros-da-dor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 15:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Claudia Arantes diz que conversar através de vídeo pode ajudar a superar o momento</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/encontro-com-fatima-bernardes-medica-fala-sobre-enfrentar-o-luto-em-tempos-de-coronavirus-nao-podemos-ser-prisioneiros-da-dor/">Encontro com Fátima Bernardes &#8211; Médica fala sobre enfrentar o luto em tempos de coronavírus: &#8216;Não podemos ser prisioneiros da dor&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pandemia do novo coronavírus criou um novo tipo de luto: sem despedida. Em bate-papo no <a href="https://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/">Encontro</a>, <strong>Ana Claudia Quintana Arantes</strong>, médica geriatra formada pela USP e especialista em Cuidados Paliativos, indicou que ligações telefônicas e através de vídeos com amigos e familiares podem ajudar em um momento que velórios estão suspensos para evitar a contaminação pelo vírus.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para a profissional, lembrar de momentos especiais com pessoas próximas ajudam a enfrentar o luto.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A gente não pode se permitir ser prisioneiro dessa dor. Nós não somos prisioneiros. A memória é livre, não está infectada pelo Covid-19. A memória é cura. Você sabe que o abraço que vai receber das pessoas só está adiado. Ele não está eliminado, para que nesse momento, você possa se abraçar com a história e com as fotos&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela também explicou por que os velórios ajudam a superar a morte de entes queridos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="65" data-block-id="8">&#8220;A nossa consciência sobre a morte só acontece no momento em que a gente vê o corpo morto. A gente pode ir para o velório e se certificar que aquela história se completou. Por isso, essa experiência da morte na era da COVID-19, tem uma dificuldade de lidar. Você não pode expressar a sua dor e ver que as outras pessoas estão vendo você doendo&#8221;.</div>
<div data-block-type="raw" data-block-weight="65" data-block-id="8"></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A médica também comentou da iniciativa de alguns hospitais de permitirem que os pacientes conversem com familiares através de vídeos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="10">&#8220;Essa é uma ideia que promove muita benção. [&#8230;] O abraço físico está adiado, mas o olhar que a gente está trocando em uma chamada de vídeo, tem abraço. Ele é de verdade, não é uma ilusão&#8221;.</div>
</div>
</div>
<h3 data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="10"><a href="http://globoplay.globo.com/v/8560718/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja o vídeo completo acessando o GloboPlay.</a></h3>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/encontro-com-fatima-bernardes-medica-fala-sobre-enfrentar-o-luto-em-tempos-de-coronavirus-nao-podemos-ser-prisioneiros-da-dor/">Encontro com Fátima Bernardes &#8211; Médica fala sobre enfrentar o luto em tempos de coronavírus: &#8216;Não podemos ser prisioneiros da dor&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aula Online Luto no COVID-19: a dor dos que ficam</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/aula-online-luto-no-covid-19-a-dor-dos-que-ficam-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 11:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aula online que aconteceu no dia 4 de maio, às 19 horas, ministrada pela Dra Ana Claudia Quintana Arantes. Evento organizado pela Liga de Saúde Mental de Sorocaba em parceria com a Liga de Geriatria e Gerontologia. O tema foi Luto na COVID-19: a dor dos que ficam. Veja o vídeo completo!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aula online que aconteceu no dia 4 de maio, às 19 horas, ministrada pela Dra Ana Claudia Quintana Arantes. Evento organizado pela Liga de Saúde Mental de Sorocaba em parceria com a Liga de Geriatria e Gerontologia. O tema foi Luto na COVID-19: a dor dos que ficam.</p>
<p>Veja o vídeo completo!</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/especiais/aula-online-luto-no-covid-19-a-dor-dos-que-ficam-2/">Aula Online Luto no COVID-19: a dor dos que ficam</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<item>
		<title>CBN: &#8216;A morte na era da Covid-19 é uma morte desamparada&#8217;</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/cbn-a-morte-na-era-da-covid-19-e-uma-morte-desamparada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 12:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A médica Ana Claudia Quintana Arantes, formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas, explicou que, mesmo quando o óbito não é causado pelo coronavírus, não há tanta proximidade: &#8216;se alguém pegar na sua mão, será de luvas&#8217;. Ouça a entrevista clicando aqui. Fonte: CBN</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/cbn-a-morte-na-era-da-covid-19-e-uma-morte-desamparada/">CBN: &#8216;A morte na era da Covid-19 é uma morte desamparada&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A médica Ana Claudia Quintana Arantes, formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas, explicou que, mesmo quando o óbito não é causado pelo coronavírus, não há tanta proximidade: &#8216;se alguém pegar na sua mão, será de luvas&#8217;.</p>
<h3><a href="https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/300135/morte-na-era-da-covid-19-e-uma-morte-desamparada.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ouça a entrevista clicando aqui.</a></h3>
<p>Fonte: CBN</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/cbn-a-morte-na-era-da-covid-19-e-uma-morte-desamparada/">CBN: &#8216;A morte na era da Covid-19 é uma morte desamparada&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
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		<title>O Globo: Luto sem despedida: como lidar com a perda pela Covid-19</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/o-globo-luto-sem-despedida-como-lidar-com-a-perda-pela-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ACQA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 16:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da alteração nos formatos de velórios e sepultamentos durante a pandemia, perdem-se rituais importantes ao processo de compreensão da morte</p>
<p>O post <a href="https://www.acqa.com.br/clipping/entrevistas/o-globo-luto-sem-despedida-como-lidar-com-a-perda-pela-covid-19/">O Globo: Luto sem despedida: como lidar com a perda pela Covid-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.acqa.com.br">ACQA / Ana Claudia Quintana Arantes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há algo de novo e cruel no <strong>luto</strong>relacionado a mortes pela <strong>Covid-19</strong>. Sob o risco de contaminação pelo novo <strong>coronavírus</strong>, algumas etapas que seriam fundamentais no processo de construção de sentido e aceitação da perda foram suprimidas: sem o acompanhamento do doente em seus últimos dias no hospital, com velórios suspensos e sepultamentos rápidos com poucos familiares à distância e com caixões lacrados, ficou difícil se despedir.</p>
<p>— A morte pela Covid-19 é uma morte afetivamente desamparada. Do lado da vítima, que até bem pouco tempo antes não tinha nenhuma perspectiva imediata de morte, não há ninguém para segurar a mão, e, se tiver, será de luva. Para quem fica, a perda repentina sem a despedida traz complicações unitárias potenciais e inumeráveis— diz Ana Claudia Quintana Arantes, médica com pós-graduação em Psicologia e Intervenções em Luto pelo Quatro Estações Instituto de Psicologia.</p>
<p>Especializado em luto, o instituto em São Paulo oferece suporte psicológico a indivíduos, grupos ou famílias que sofrem com os riscos de processos de luto complicados. Com a pandemia, a empresa desenvolveu serviços específicos de atendimento para casos relacionados à Covid-19, como um grupo de apoio voltado a profissionais de saúde que atendem às vítimas do coronavírus.</p>
<p>Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP e cofundadora do Quatro Estações, Luciana Mazorra, também alerta para o prejuízo ao luto causado pela alteração nos formatos de velórios e sepultamentos.</p>
<p>— Estes rituais têm um papel importante, pois são espaços protegidos e autorizados para a manifestação da dor, com a possibilidade de receber o apoio social. Em diferentes religiões, eles eram, até então, momentos organizados e previsíveis, onde se podia homenagear o falecido, despedir-se dele, tentar atribuir sentidos à morte. Uma organização dentro da desorganização da perda. — explica Luciana, que sugere a realização de rituais alternativos virtuais e a atenção sobre se é o caso de procurar a ajuda especializada de um psicólogo.</p>
<p>— O processo é muito individual e as reações são diversas, mas a perda pela Covid-19 é um fato de risco potencial para um luto traumático — diz a médica.</p>
<h3 align="justify">Luto na pandemia</h3>
<p>&#8211;  O processo de luto é muito individual e as reações de sofrimento são diversas. Assim,  cuidados e caminhos seguidos por um podem não valer para outro. De qualquer forma, é importante ter  ciência de que perda pela Covid-19 é, por si só, um fato de risco potencial para um luto traumático, merecendo atenção na sua condução pela comunidade de apoio ao enlutado, que deve ser delicada e sensível.</p>
<p>&#8211; Rituais de passagem, como velório e sepultamento, são importantes na construção de sentido da perda e para o processo de recuperação do luto. Na impossibilidade de sua realização nas formas convencionais, elaborar algum ritual que faça sentido para familiares e amigos próximos e que possa ser realizado remotamente pode ajudar. Velórios e missas virtuais são um caminho, assim como o uso das mídias para alguma homenagem póstuma, marcando a despedida e o apoio social. Ferramentas como a do site <a href="https://nam01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Frituais.infinito.etc.br%2F%3Ffbclid%3DIwAR3N8dPe0NN3EieCj-VJQ-l3daSQxMNPGZGDCC75UJ1re8jXCfnsddfBoaw&amp;data=02%7C01%7Cpaula.lacerda%40oglobo.com.br%7C47153b2227274baa4de208d7ec60a279%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C1%7C0%7C637237772100947578&amp;sdata=T7O%2B5cuB%2Fe%2FHrwp47VxLwZu30o3lErSQuIgJCZc%2BnbE%3D&amp;reserved=0">rituais.infinito.etc.br</a> dão suporte à realização de rituais virtuais de despedida.</p>
<p>&#8211; A experiência de não estar junto com o ente querido em seus últimos dias ou o pensamento de que algo poderia ter sido feito de forma diferente pode gerar sentimentos de culpa entre as pessoas próximas. Se esse é o seu caso &#8211; e a menos que a culpa tenha a ver com processos anteriores da relação mal resolvidos e cuja solução deveria contar com a ajuda especializada de algum psicólogo -, aceite a impotência da ocasião e entenda que o que se deixou de fazer foi por impossibilidade e não por escolha.</p>
<p>&#8211; Tente, na medida do possível, lembrar-se dos aspectos positivos da relação e do amor envolvido, de forma que eles se sobreponham aos sentimentos e lembranças negativos dos últimos momentos.</p>
<p>&#8211; O apoio a quem está de luto é fundamental, mesmo que à distância. Se  é parente ou amigo da pessoa próxima ao falecido, ligue para saber como ela está e ofereça acolhimento. Não a deixe sozinha em sua dor, a menos, é claro, que ela queira, o que você deve respeitar. Além do sofrimento da perda, esta pessoa deve estar isolada pelo risco da doença (se já não estiver doente) e talvez sofrendo o estigma da sociedade, que, consciente (pelo medo de contrair o vírus) ou inconscientemente (para não entrar em contato com a lembrança do risco iminente, para todos), pode se afastar neste momento.</p>
<p>&#8211; Além de oferecer o suporte emocional ao enlutado, ofereça ajuda. Será que a pessoa precisa que alguém leve seu alimento, faça compras ou algo semelhante? E que tal levar um livro?</p>
<p>&#8211; No luto, é normal a pessoa passar por uma série de reações ao sofrimento, que vão do esgotamento físico e emocional a dificuldades no sono, na alimentação e sensação de perda de sentido da vida. Respeite estas reações e o seu tempo, que é particular para cada um. Mas identifique se o volume de sofrimento não ceder após longo período e isto estiver atrapalhando a continuidade das funções da vida, buscando, quando necessário, a ajuda especializada de um psicólogo.</p>
<p>&#8211; A percepção do momento de buscar ajuda especializada pode vir do próprio enlutado ou de sua rede próxima de afeto, que deve ficar atenta não apenas ao alongamento dos sintomas de sofrimento, como à ausência absoluta do contato com a dor (em um processo de negação), a movimentos de ideação suicida e a fatores de risco de complicação do luto, como histórico de reações negativas a lutos anteriores ou estados depressivos.</p>
<p>&#8211; Nem sempre é necessário buscar a ajuda terapêutica especializada. A maior parte das pessoas pode resolver suas dificuldades com o luto acessando sua rede de apoio na comunidade, como amigos e familiares. Você não precisa sofrer sozinho e nem ter medo ou vergonha de pedir ajuda.</p>
<p>&#8211; Profissionais de saúde na linha de frente na luta contra a Covid-19 em hospitais podem precisar de um apoio extra na condução junto a pacientes (que podem falecer e estão sem acesso a recursos e longe de seus entes queridos) e seus familiares. Nas redes, são encontrados serviços e iniciativas de suporte emocional a este grupo específico.</p>
<p><em>Fonte: Luciana Mazorra, doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP e co-fundadora do Quatro Estações Instituto de Psicologia, especializado em perdas e lutos.</em></p>
<p><a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus-servico/luto-sem-despedida-como-lidar-com-perda-pela-covid-19-1-24401521" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Publicado no jornal O Globo, 30/04/2020 &#8211; Paula Lacerda</em></a></p>
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		<title>Podcast 45 Do Primeiro Tempo: “Estamos vivendo um luto coletivo”</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 16:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Claudia Quintana Arantes é médica geriatra especialista em cuidados paliativos. Tem acompanhado de perto a dor de muitas famílias neste período de pandemia. Em conversa com o podcast &#8220;45 Do Primeiro Tempo&#8221; a autora do best seller “A morte é um dia que vale a pena viver”, onde ela nos mostra que a grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Claudia Quintana Arantes é médica geriatra especialista em cuidados paliativos. Tem acompanhado de perto a dor de muitas famílias neste período de pandemia. Em conversa com o podcast &#8220;45 Do Primeiro Tempo&#8221; a autora do best seller “A morte é um dia que vale a pena viver”, onde ela nos mostra que a grande questão que envolve a morte, na verdade é a vida, ou seja, como a vivemos, diz que esta é uma grande oportunidade de olharmos a finitude por uma outra perspectiva.</p>
<p>Ana Claudia Quintana diz que mais nunca vamos precisar ser solidários. “Estamos vivendo um luto coletivo”</p>
<h3><a href="https://omny.fm/shows/jp-so-na-web/ana-claudia-quintana-arantes-estamos-vivendo-um-lu?fbclid=IwAR1XK-99OfwOfPQFZcdOCV2sMZa9GJVszbX1-CUYnT5J7NvaANCKGxKa_eA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui para ouvir.</a></h3>
<h3><a href="https://www.youtube.com/watch?v=k61zxRp0jc4&amp;fbclid=IwAR0JesHUyVH0VRHh7qHob9yHNRBt89v5yuIGFxbw-eWuOtXwmfMMY4DadZw&amp;app=desktop" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja o vídeo no Canal YouTube da Jovem Pan.</a></h3>
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