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	Comentários sobre: Importância dos itens na Avaliação Geriátrica Abrangente	</title>
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	<description>Um ecossistema de cuidado idealizado pela Dra. Ana Claudia Quintana Arantes para disseminar e atuar na prática e ensino de Cuidados Paliativos para pacientes, famílias e profissionais de saúde.</description>
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		Por: Vanessa Borges Braga		</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/artigos/importancia-dos-itens-na-avaliacao-geriatrica-abrangente/#comment-119683</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Borges Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 15:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada pelas palavras escritas, uma orientação significativa para ajudar na escolha do profissional que acompanhará minha família e para indicar a amigos e clientes. Mas a cima de tudo são informações que me deixarão mais atenta a um cuidado ainda mais abrangente  com os idosos  os quais merecem toda nossa atenção, respeito, cuidado e carinho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada pelas palavras escritas, uma orientação significativa para ajudar na escolha do profissional que acompanhará minha família e para indicar a amigos e clientes. Mas a cima de tudo são informações que me deixarão mais atenta a um cuidado ainda mais abrangente  com os idosos  os quais merecem toda nossa atenção, respeito, cuidado e carinho.</p>
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		Por: TFL		</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/artigos/importancia-dos-itens-na-avaliacao-geriatrica-abrangente/#comment-119663</link>

		<dc:creator><![CDATA[TFL]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:35:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tenho  uma mãe idosa, dependente para banho, andar, comer, oscila quanto a momentos de maior e menor lucidez. Inúmeras comorbidades...  Sempre foi esteio da familia, cuidou das filhas, netos e bisnetos.  Ela reside numa instituição, casa de idosos. Uma coisa que me toca é a mudança na relação que inevitavelmente ocorre na interação, com a familia, diante da institucionalização.  É evidente,  não apenas a dura realidade da mudança para o idoso, mas tbém para as famílias. Muitas vezes me sinto tolida por regras, horários, encaminhamentos sem diálogo com a família, que nos colocam num lugar atravessado e de quadjuvante. Como se nossa presença, interesse, perguntas se traduzissem em desconfiança, incômodos, intromissões,  inadequações, exageros... De uma hora para outra, médicos, cuidadores, enfermeiras entendem que sabem mais da nossa mãe/ avó do que nós da família.  Temos que nos submeter as normas muitas vezes inconsisyentes, aleatorias ou nada claras... Somos colocados no lugar de quem compra a fralda que acabou, o remedio solicitado... Somos colocados de escanteio! Quando na verdade estamos interessados, não queremos abrir mão dos cuidados com nosso ente querido. Queremos participar, continuar a cuidar com apoio profissional, acompsnhar seu dia a dia, compartilhar as alegrias, demandas, pensar junto, decidir a partir das histórias vividas com aquela pessoa. Ações  que são, para nós, a expressão da mais legitima tradução do amor! Também precisamos de apoio institucional para continuar presente e juntos daqueles que amamos. Mas, que no entanto não podemos mais dar o suporte que ele precisa na própria casa. Não significa que vamos transferir completamente estes cuidados à instituições.  Ele pode e precisa ser compartilhado e, cada família é singular, é de um jeito. 
Existe um &#039; luto&quot; da família que parece ser ignorado! Mesmo com a mãe viva.
Regras engessadas, posturas corretivas com visitas e familiares, falta de conforto e acolhida nas visitas... 
Exemplo, mamãe sempre gostou de servir um café, tomar um lanche junto com a gente,  assistir televisao conosco deitados na sua cama, ficar deitada recebendo nosso cafuné.... É muito dificil sair com ela atualmente por conta das limitações. Tem muitas coisas que abrimos mão nesta convivência por conta da institucionalização.  Visitar é diferente de conviver! O convivio fica atravessado. Sinto certa insensibilidade em relação aos modos de relação de cada família, pela dor e preocupação das mesmas neste percurso. 
É só um depoimento da tristeza vivida neste contexto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho  uma mãe idosa, dependente para banho, andar, comer, oscila quanto a momentos de maior e menor lucidez. Inúmeras comorbidades&#8230;  Sempre foi esteio da familia, cuidou das filhas, netos e bisnetos.  Ela reside numa instituição, casa de idosos. Uma coisa que me toca é a mudança na relação que inevitavelmente ocorre na interação, com a familia, diante da institucionalização.  É evidente,  não apenas a dura realidade da mudança para o idoso, mas tbém para as famílias. Muitas vezes me sinto tolida por regras, horários, encaminhamentos sem diálogo com a família, que nos colocam num lugar atravessado e de quadjuvante. Como se nossa presença, interesse, perguntas se traduzissem em desconfiança, incômodos, intromissões,  inadequações, exageros&#8230; De uma hora para outra, médicos, cuidadores, enfermeiras entendem que sabem mais da nossa mãe/ avó do que nós da família.  Temos que nos submeter as normas muitas vezes inconsisyentes, aleatorias ou nada claras&#8230; Somos colocados no lugar de quem compra a fralda que acabou, o remedio solicitado&#8230; Somos colocados de escanteio! Quando na verdade estamos interessados, não queremos abrir mão dos cuidados com nosso ente querido. Queremos participar, continuar a cuidar com apoio profissional, acompsnhar seu dia a dia, compartilhar as alegrias, demandas, pensar junto, decidir a partir das histórias vividas com aquela pessoa. Ações  que são, para nós, a expressão da mais legitima tradução do amor! Também precisamos de apoio institucional para continuar presente e juntos daqueles que amamos. Mas, que no entanto não podemos mais dar o suporte que ele precisa na própria casa. Não significa que vamos transferir completamente estes cuidados à instituições.  Ele pode e precisa ser compartilhado e, cada família é singular, é de um jeito.<br />
Existe um &#8216; luto&#8221; da família que parece ser ignorado! Mesmo com a mãe viva.<br />
Regras engessadas, posturas corretivas com visitas e familiares, falta de conforto e acolhida nas visitas&#8230;<br />
Exemplo, mamãe sempre gostou de servir um café, tomar um lanche junto com a gente,  assistir televisao conosco deitados na sua cama, ficar deitada recebendo nosso cafuné&#8230;. É muito dificil sair com ela atualmente por conta das limitações. Tem muitas coisas que abrimos mão nesta convivência por conta da institucionalização.  Visitar é diferente de conviver! O convivio fica atravessado. Sinto certa insensibilidade em relação aos modos de relação de cada família, pela dor e preocupação das mesmas neste percurso.<br />
É só um depoimento da tristeza vivida neste contexto.</p>
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		<title>
		Por: Rosalinda Julia Cancelli		</title>
		<link>https://www.acqa.com.br/artigos/importancia-dos-itens-na-avaliacao-geriatrica-abrangente/#comment-119615</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosalinda Julia Cancelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:52:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[GRATIDÃO pelas orientações, com elas poderemos aproveitar melhor as consultas e assim,  seguirmos com mais segurança ,naquilo que é mais importante.Muito bom, mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GRATIDÃO pelas orientações, com elas poderemos aproveitar melhor as consultas e assim,  seguirmos com mais segurança ,naquilo que é mais importante.Muito bom, mesmo.</p>
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